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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Lucas 17:21|
E kore ano ratou e mea, Na, tenei! na, tera! kei roto hoki i a koutou te rangatiratanga o te Atua:
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22
|Lucas 17:22|
A ka mea ia ki nga akonga, Tera e tae mai nga ra e hiahia ai koutou kia kite i tetahi o nga ra o te Tama a te tangata, a e kore koutou e kite.
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23
|Lucas 17:23|
A e mea ratou ki a koutou, Na, tenei; na, tera: kaua e haere atu, kaua e aru atu.
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24
|Lucas 17:24|
Ka rite hoki ki te uira e hoko mai ana i tetahi wahi i raro o te rangi: a tiaho atu ana ki tetahi atu wahi i raro o te rangi; e pera ano te Tama a te tangata a tona ra.
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25
|Lucas 17:25|
Otiia ko te tikanga tenei kia maha nga mamae mona i mua, kia whakakinongia ano hoki e tenei whakatupuranga.
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26
|Lucas 17:26|
Ka rite hoki ki nga ra i a Noa nga ra o te Tama a te tangata.
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27
|Lucas 17:27|
E kai ana ratou, e inu ana, e marena ana, e tukua ana ki te marena, taea noatia te ra i tomo ai a Noa ki te aaka, a, ko te putanga mai o te waipuke, na whakangaromia katoatia ratou.
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28
|Lucas 17:28|
Ka rite ano hoki ki nga ra i a Rota; e kai ana ratou, e inu ana, e hoko mai ana, e hoko atu ana, e whakato ana, e hanga whare ana.
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29
|Lucas 17:29|
Heoi i te ra i puta mai ai a Rota i Horoma, ka uaina he kapura, he whanariki i te rangi, na whakangaromia katoatia ratou.
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30
|Lucas 17:30|
Ka pera ano a te ra e whakakitea ai te Tama a te tangata.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva