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Maori -
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|Lamentações 3:1|
¶ Ko ahau te tangata kua kite i te pouri, he mea na te rakau o tona riri.
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2
|Lamentações 3:2|
I arahina e ia, i meinga kia haere i te pouri, kahore i te marama.
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3
|Lamentações 3:3|
He pono kua tahuri mai ia ki ahau, kua anga mai tona ringa ki ahau, a pau noa te ra.
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4
|Lamentações 3:4|
Kua meinga nei e ia oku kikokiko me toku kiri kia rite ki o te koroheke, mangungu kau i a ia oku wheua.
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5
|Lamentações 3:5|
Kua hanga e ia he patu moku; karapotia ana ahau ki te wai kawa, ki te raruraru.
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6
|Lamentações 3:6|
Kua meinga ahau e ia kia noho ki nga wahi pouri, kia pera me te hunga kua mate noa ake.
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7
|Lamentações 3:7|
Kua oti ahau te taiepa mai e ia, te puta atu ahau; kua meinga e ia toku mekameka kia taimaha.
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8
|Lamentações 3:8|
Ae ra, i ahau e karanga ana, e hamama ana kia awhinatia, ka araia mai e ia taku inoi.
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9
|Lamentações 3:9|
Kua oti ano oku ara te taiepa mai e ia ki te kohatu tarai, whakakopikopikoa ake e ia oku ara.
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10
|Lamentações 3:10|
Ko tona rite ki ahau kei te pea e whanga ana, kei te raiona i nga wahi ngaro.
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Sugestões

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13 de setembro LAB 257
PRIORIDADE É IMPORTANTE?
Daniel 04-06
O que é prioridade?
Daniel já estava com quase 90 anos. Dario, o rei de Babilônia, que na realidade era um “medo”, promoveu o profeta à mais alta posição que poderia ser ocupada por um cidadão daquele império. Mas é interessante que Daniel não deixou que o “status” do seu cargo lhe subisse para a cabeça, fazendo com que ele alterasse a regularidade dos hábitos de sua vida devocional. Com isso, Deus o fez prosperar na sua importante função pública.
Mas, devido ao seu êxito, os colegas de trabalho invejosos de Daniel fizeram uma conspiração contra ele. Eles induziram a Dario a assinar um decreto de que qualquer pessoa que, naqueles próximos trinta dias, orasse a outro Deus, que não fosse o rei da Babilônia, deveria ser lançada na cova dos leões. Essa era uma lei que, além de pôr a vida de Daniel em risco, ainda colocava o relacionamento de Daniel, também, em perigo. E agora? O que ele iria fazer? Se fosse você, o que faria?
Sabe o que Daniel fez? Colocou os seus períodos de oração na frente de tudo e de todos. Prioridade é prioridade; princípio é princípio; e isso não se negocia. Daniel “foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus”. Tem gente, hoje em dia, que ao deparar-se com a prova que foi colocada para Daniel, vai dizer que agir como Daniel seria fanatismo. Isso é um raciocínio lógico: “certamente, Deus compreenderia se fosse preciso omitir os períodos pessoais de oração durante um mês, com a ‘nobre’ finalidade da preservação da vida”, pensariam. Outros tentariam dar um jeitinho, orando secretamente, levando uma vida dúbia. Mas Daniel não; quando ele considerou essas alternativas, ele percebeu que, naquelas circunstâncias, se ele fizesse isso, estaria dando uma impressão errada sobre o que era prioridade para ele e levaria outros a pensarem que ele consentia com a idéia de que a oração era prejudicial. Isso seria um falso testemunho, através do qual estaria negando o seu Deus.
Você tem o privilégio de poder elevar os seus pensamentos a Deus a qualquer momento durante o dia, em oração. Aproveite esse privilégio. Mas tenha também, diariamente, o hábito de ter um lugar especial e uma hora marcada para, sozinho, se encontrar com o seu Deus, através da oração.
Os muçulmanos são pontuais: param pra fazer uma oração para Alá, diariamente, cinco vezes. E você, cristão, tem sido fiel em adorar a Deus? Experimente isso na sua vida!
Valdeci Júnior
Fátima Silva