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Maori -
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|Lamentações 4:1|
¶ Taukiri e! tona haumarurutanga o te koura! tona putanga ketanga o te koura parakore, tino pai! Kua ringihia nga kohatu o te wahi tapu ki te ahunga mai o nga ara katoa.
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2
|Lamentações 4:2|
Ko nga tamariki a Hiona, ko nga mea papai, i rite nei ki te koura parakore, taukiri e! kua kiia ratou he haka oneone, he mea hanga na nga ringa o te kaipokepoke.
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3
|Lamentações 4:3|
Ko nga kirehe mohoao nei hoki, e tukua iho ana te u e ratou, e whakangotea ana e ratou a ratou kuao: kua taikaha te tamahine a toku iwi, kua rite ki nga otereti o te koraha.
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4
|Lamentações 4:4|
Piri ana te arero o te tamaiti ngote u ki te ngao o tona mangai i te hiainu: e tono ana nga kohungahunga i te taro ma ratou, heoi kahore he tangata hei whatiwhati atu ma ratou.
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5
|Lamentações 4:5|
Ko te hunga i kai i nga mea papai, kei te noho mokemoke i nga ara: ko te hunga i whakatupuria i roto i nga kakahu ngangana, kei te awhi i nga puranga paru.
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6
|Lamentações 4:6|
No te mea ko te he o te tamahine a toku iwi nui atu i te hara o Horoma, i hurihia ohoreretia ra i mua, kahore hoki he ringa i u ki a ia.
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7
|Lamentações 4:7|
Ko ona rangatira pai atu i te hukarere te pokekore, ma atu hoki ratou i te waiu, puwhero ake o ratou tinana i nga rupi, orohina ake ratou ki te oro o te hapaira.
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8
|Lamentações 4:8|
Mangu iho to ratou mata i tetahi ngarahu; kahore ratou e mohiotia i nga ara: piri tonu o ratou kiri ki o ratou wheua; kua memenge, kua rite ki te rakau.
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9
|Lamentações 4:9|
Ko te hunga i patua e te hoari, pai ake to ratou i to te hunga i patua e te hemokai; no te mea ka honia noatia enei, ka werohia, he kore hoki no nga hua o te mara.
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10
|Lamentações 4:10|
Ko nga wahine, ko te hunga aroha, kei te kohua i a ratou tamariki ki o ratou ringa: he kai era ma ratou i te wawahanga o te tamahine a toku iwi.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva