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Maori -
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|Lamentações 4:1|
¶ Taukiri e! tona haumarurutanga o te koura! tona putanga ketanga o te koura parakore, tino pai! Kua ringihia nga kohatu o te wahi tapu ki te ahunga mai o nga ara katoa.
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2
|Lamentações 4:2|
Ko nga tamariki a Hiona, ko nga mea papai, i rite nei ki te koura parakore, taukiri e! kua kiia ratou he haka oneone, he mea hanga na nga ringa o te kaipokepoke.
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3
|Lamentações 4:3|
Ko nga kirehe mohoao nei hoki, e tukua iho ana te u e ratou, e whakangotea ana e ratou a ratou kuao: kua taikaha te tamahine a toku iwi, kua rite ki nga otereti o te koraha.
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4
|Lamentações 4:4|
Piri ana te arero o te tamaiti ngote u ki te ngao o tona mangai i te hiainu: e tono ana nga kohungahunga i te taro ma ratou, heoi kahore he tangata hei whatiwhati atu ma ratou.
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5
|Lamentações 4:5|
Ko te hunga i kai i nga mea papai, kei te noho mokemoke i nga ara: ko te hunga i whakatupuria i roto i nga kakahu ngangana, kei te awhi i nga puranga paru.
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6
|Lamentações 4:6|
No te mea ko te he o te tamahine a toku iwi nui atu i te hara o Horoma, i hurihia ohoreretia ra i mua, kahore hoki he ringa i u ki a ia.
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7
|Lamentações 4:7|
Ko ona rangatira pai atu i te hukarere te pokekore, ma atu hoki ratou i te waiu, puwhero ake o ratou tinana i nga rupi, orohina ake ratou ki te oro o te hapaira.
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8
|Lamentações 4:8|
Mangu iho to ratou mata i tetahi ngarahu; kahore ratou e mohiotia i nga ara: piri tonu o ratou kiri ki o ratou wheua; kua memenge, kua rite ki te rakau.
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9
|Lamentações 4:9|
Ko te hunga i patua e te hoari, pai ake to ratou i to te hunga i patua e te hemokai; no te mea ka honia noatia enei, ka werohia, he kore hoki no nga hua o te mara.
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10
|Lamentações 4:10|
Ko nga wahine, ko te hunga aroha, kei te kohua i a ratou tamariki ki o ratou ringa: he kai era ma ratou i te wawahanga o te tamahine a toku iwi.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva