-
-
Maori -
-
1
|Lamentações 3:1|
¶ Ko ahau te tangata kua kite i te pouri, he mea na te rakau o tona riri.
-
2
|Lamentações 3:2|
I arahina e ia, i meinga kia haere i te pouri, kahore i te marama.
-
3
|Lamentações 3:3|
He pono kua tahuri mai ia ki ahau, kua anga mai tona ringa ki ahau, a pau noa te ra.
-
4
|Lamentações 3:4|
Kua meinga nei e ia oku kikokiko me toku kiri kia rite ki o te koroheke, mangungu kau i a ia oku wheua.
-
5
|Lamentações 3:5|
Kua hanga e ia he patu moku; karapotia ana ahau ki te wai kawa, ki te raruraru.
-
6
|Lamentações 3:6|
Kua meinga ahau e ia kia noho ki nga wahi pouri, kia pera me te hunga kua mate noa ake.
-
7
|Lamentações 3:7|
Kua oti ahau te taiepa mai e ia, te puta atu ahau; kua meinga e ia toku mekameka kia taimaha.
-
8
|Lamentações 3:8|
Ae ra, i ahau e karanga ana, e hamama ana kia awhinatia, ka araia mai e ia taku inoi.
-
9
|Lamentações 3:9|
Kua oti ano oku ara te taiepa mai e ia ki te kohatu tarai, whakakopikopikoa ake e ia oku ara.
-
10
|Lamentações 3:10|
Ko tona rite ki ahau kei te pea e whanga ana, kei te raiona i nga wahi ngaro.
-
-
Sugestões

Clique para ler Juízes 17-19
20 de março LAB 445
CONVENIENTEMENTE INCORRETO
Juízes 17-19
Existe uma lenda que ilustra muito bem o contexto e a “moral da história” da leitura de hoje.
Conta-se que, certa vez, havia um homem que queria muito comprar uma determinada mansão. Então, o Diabo, aproveitando-se da sua obsessão, propôs-se a ajudá-lo:
- Mas há uma única condição - disse-lhe o demônio.
- Qual condição? - perguntou o homem, desconfiado.
- Está vendo aquele prego fincado na parede da sala de jantar?
- Sim!
- Eu ajudo você a comprar esta mansão. Ela verdadeiramente será sua, mas aquele prego será meu. Você nunca poderá arrancá-lo de lá.
- Só isso?
- Só isso - confirmou o Diabo.
O homem aceitou a proposta. Anos depois, ele ofereceu um gigantesco banquete na sua mansão. As pessoas mais importantes de toda aquela região foram convidadas e confirmaram presença.
Aquele seria um jantar inesquecível, mas, no meio da festa, quando as pessoas iam começar a comer, o Diabo entrou na sala carregando uma carniça fedorenta e a pendurou naquele prego, assustando e acabando com o apetite de todos.
O dono da mansão tentou argumentar, mas o Diabo lhe disse:
- Lembre-se do nosso trato: aquele prego é meu! E eu vou usá-lo como bem entender.
E é assim que acontece se deixarmos o mal dominar qualquer área da nossa vida. Por menor que seja, ele infernizará toda a nossa existência. Se você acha que isso não é bíblico, leia Juízes 17-19. Mica deu uma pequena abertura para o mal, fazendo algo que lhe era mais conveniente do que certo. A história corre e desemboca-se na desgraça do que aconteceu a todo o Israel, em decorrência do ocorrido com o levita e a sua concubina. Esse desgraçante desfecho está na leitura de amanhã, que é o capítulo vinte. Mas amanhã também continuaremos questionando sobre a tênue linha que existe entre o conveniente e o correto.
Por hoje, fica para você a reflexão: o que lhe tem sido gostoso, conveniente, “bom”, aprazível, afetivo, etc., que tem sido um verdadeiro prego no sapato da sua vida cristã? Você acha que compensa continuar agarrado a isso? Lembre-se que é muito melhor o pouco e o simples com Deus que o muito sem ele. Afinal, o primeiro estado traz felicidade, mas este último gera consequências muito dolorosas. O que a princípio é conveniente, se não for regido pelos corretos princípios, amanhã será, principalmente, inconveniente.
É como aquele ditado que diz que “quem ri por último ri melhor”. É melhor você abrir mão do pecado hoje, por mais atrativo que lhe pareça, que Deus abrir mão de você amanhã, por mais que tenha lhe amado.
Pense nisso!
Valdeci Júnior
Fátima Silva