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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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|Marcos 11:1|
¶ A, no ka tata ratou ki Hiruharama, ki Petapaki, ki Petani, a ka tae ki Maunga Oriwa, tokorua ana akonga i tonoa e ia,
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|Marcos 11:2|
A i mea ia ki a raua, Haere ki te kainga e anga mai ana ki a korua: e tomo kau ki reira, ka kite korua i tetahi kuao e here ana, kahore ano kia nohoia e te tangata; wetekina, arahina mai.
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3
|Marcos 11:3|
A ki te ki mai tetahi tangata ki a korua, He aha tenei ka meinga ai e korua? ka mea atu, E mea ana te Ariki ki a ia mana: na ka tukua tonutia mai ki konei.
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4
|Marcos 11:4|
Na haere ana raua, ka kite i te kuao e here ana ki te kuwaha i waho i te ara; a wetekina ana e raua.
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5
|Marcos 11:5|
A ka mea etahi o te hunga e tu ana i reira ki a raua, he aha ta korua e wewete na i te kuao?
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6
|Marcos 11:6|
Na ka korerotia e raua ki a ratou ta Ihu i mea ai: a tukua ana raua e ratou.
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7
|Marcos 11:7|
Ka arahina te kuao ki a Ihu, na wharikitia ana o raua kakahu ki runga ki a ia; a noho ana ia i runga.
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8
|Marcos 11:8|
Na he tokomaha i whariki i o ratou kakahu ki te ara: ko etahi i kokoti i nga manga o nga rakau, wharikitia ana ki te ara.
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9
|Marcos 11:9|
Ko te hunga i haere i mua, me te hunga i haere i muri, i karanga, i mea, Ohana: Ka whakapaingia ia e haere mai ana i runga i te ingoa o te Ariki:
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10
|Marcos 11:10|
Ka whakapaingia te rangatiratanga e haere mai ana, te rangatiratanga o to tatou matua o Rawiri: Ohana i runga rawa.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva