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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Marcos 14:1|
¶ Na, kia rua ake nga ra ko te kapenga me te hakari o te taro rewenakore: na ka rapu nga tohunga nui me nga karaipi i tetahi tinihanga e mau ai ia, e whakamatea ai.
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2
|Marcos 14:2|
I mea hoki ratou, Kauaka i te hakari, kei ngangau te iwi.
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3
|Marcos 14:3|
A, i a ia i Petani i te whare o Haimona repera, i a ia ano e noho ana ka haere mai tetahi wahine me tetahi pouaka kohatu, ki tonu i te hinu kakara, he tino nara, he mea utu nui; a wahia ana e ia te pouaka kohatu, ringihia ana ki tona matenga.
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4
|Marcos 14:4|
I riri ano etahi i roto i a ratou, i mea, Hei aha tenei maumau o te hinu kakara?
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5
|Marcos 14:5|
Maha atu hoki i te toru rau nga pene te utu me i hokona tenei hinu, na ka hoatu ki te hunga rawakore. Na ka amuamu ratou ki a ia.
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6
|Marcos 14:6|
Ka mea atu a Ihu, Waiho atu u ana; he aha ta koutou e whakapawerawera na i a ia? he mahi pai tana i mea nei ki ahau.
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7
|Marcos 14:7|
Kei a koutou tonu hoki te hunga rawakore i nga wa katoa, hei atawhaitanga hoki ratou ma koutou i nga wa e pai ai koutou: e kore ia ahau e noho tonu ki a koutou.
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8
|Marcos 14:8|
Kua mahia e ia te mea e taea e ia: kua whakawahia e ia i mua nei toku tinana mo te tanumanga.
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9
|Marcos 14:9|
He pono taku e mea nei ki a koutou, Ko nga wahi katoa o te ao e kauwhautia ai tenei rongopai, ka korerotia ano ta tenei wahine i mea ai, hei whakamahara ki a ia.
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10
|Marcos 14:10|
Na ka haere a Hura Ikariote, tetahi o te tekau ma rua, ki nga tohunga nui, ki te tuku i a ia ki a ratou.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva