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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Marcos 4:1|
¶ Na ka timata ano ia te whakaako i te taha o te moana: he nui hoki te tangata i huihui ki a ia, no ka eke ia ki runga ki te kaipuke, ka noho ki te moana; i uta te mano katoa i te taha o te moana.
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2
|Marcos 4:2|
A he maha ana mea i whakaako ai ki a ratou, he mea whakarite, i mea hoki ki a ratou i a ia e ako ana,
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3
|Marcos 4:3|
Whakarongo; Na i haere atu te kairui ki te rui:
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4
|Marcos 4:4|
A, i a ia e rui ana, ka ngahoro etahi ki te taha o te ara, a, ko te rerenga mai o nga manu o te rangi, na kainga ake.
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5
|Marcos 4:5|
Ko etahi i ngahoro ki te wahi kamaka, ki te wahi kihai i nui te oneone; a pihi tonu ake, kahore hoki i hohonu te oneone.
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6
|Marcos 4:6|
A, no te whitinga o te ra, ngaua iho; a, no te mea kahore he putake, memenge noa iho.
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7
|Marcos 4:7|
Ko etahi i ngahoro ki roto ki nga tataramoa, a, no te tupunga ake o nga tataramoa, kowaowaotia ana nga purapura, a kore ake he hua.
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8
|Marcos 4:8|
Ko etahi i ngahoro ki te oneone pai, a whai hua ana; ka tupu, ka nui, ka ea ake, no etahi e toru tekau, no etahi e ono tekau, no etahi kotahi rau.
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9
|Marcos 4:9|
I mea ano ia ki a ratou, Ki te whai taringa tetahi hei whakarongo, kia rongo ia.
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10
|Marcos 4:10|
Na ka mahue ko ia anake, ka ui ki a ia ona hoa me te tekau ma rua ki taua kupu whakarite.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva