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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|Marcos 4:31|
E rite ana ki te pua nani, i tona whakatokanga ki te whenua, ko te iti rawa ia o nga purapura katoa i runga i te whenua:
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32
|Marcos 4:32|
Otira, ka oti te whakato, ka tupu, ka nui ake i nga otaota katoa, a ka nunui ona manga: no ka noho nga manu o te rangi i tona taumarumarutanga iho.
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33
|Marcos 4:33|
Na he maha ana kupu whakarite pera, i korerotia ai e ia te kupu ki a ratou, ko a ratou i ahei ai te whakarongo.
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34
|Marcos 4:34|
A heoi ana kupu ki a ratou he kupu whakarite anake: otiia ka noho ko ratou anake, ka whakaaturia e ia nga mea katoa ki ana akonga.
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35
|Marcos 4:35|
¶ Na, i taua ra, i te ahiahi, ka mea ia ki a ratou, Tatou ka whakawhiti ki tawahi.
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36
|Marcos 4:36|
Na, ka mahue iho te mano, ka mauria ia e ratou, i runga tonu ano ia i te kaipuke. I a ia ano etahi atu kaipuke.
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37
|Marcos 4:37|
Na ko te putanga o tetahi hau, he tupuhi, a eke ana nga ngaru ki runga ki te kaipuke, a tomo noa.
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|Marcos 4:38|
Na ko ia i te kei i runga i te urunga e moe ana: a ka whakaara ratou i a ia, ka mea ki a ia, E te Kaiwhakaako, kahore ou manawapa ki a tatou ka ngaro?
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|Marcos 4:39|
Na ka ara ia, a riria iho e ia te hau, ka mea ia ki te moana, Kati, whakamutua. Na mariri tonu iho te hau, takoto ana he marino nui.
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40
|Marcos 4:40|
Katahi ia ka mea ki a ratou, He aha ta koutou e mataku nei? he aha koutou te whakapono ai?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva