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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Marcos 12:21|
Katahi ka tango te tuarua i a ia, ka mate, kahore ano hoki ona uri hei waihotanga iho: pera tonu ano hoki te tuatoru.
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22
|Marcos 12:22|
I tango ano te tokowhitu i a ia, a kahore o ratou uri hei waihotanga iho: muri rawa iho ka mate ko te wahine.
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23
|Marcos 12:23|
Na, i te aranga, i te mea ka ara ratou, ma wai o ratou te wahine? he wahine hoki ia na ratou tokowhitu.
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24
|Marcos 12:24|
Na ka whakahoki a Ihu, ka mea ki a ratou, Ehara ianei tenei i te mea i he ai koutou, kahore nei hoki e mohio ki nga karaipiture, ki te kaha hoki o te Atua?
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25
|Marcos 12:25|
I te mea hoki ka ara mai ratou i te hunga mate, e kore e marena, e kore ano e hoatu kia marenatia; engari ka rite ki nga anahera o te rangi.
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26
|Marcos 12:26|
Na mo te hunga mate, mo to ratou aranga mai: kahore koutou i kite i roto i te pukapuka a Mohi, i te wahi ki te Rakau, i ta te Atua i ki ai ki a ia, i mea ai, Ko te Atua ahau o Aperahama, ko te Atua o Ihaka, ko te Atua o Hakopa?
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27
|Marcos 12:27|
Ehara ia i te Atua no te hunga mate, engari he Atua no te hunga ora: na nui atu to koutou he.
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28
|Marcos 12:28|
¶ A, ko te haerenga mai o tetahi o nga karaipi, ko te rongonga ki a ratou e totohe ana, ka kite he pai tana whakahoki ki a ratou, ka ui ki a ia, Ko tehea te tuatahi o nga ture katoa?
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29
|Marcos 12:29|
Na ko te whakahokinga a Ihu ki a ia, Ko te tuatahi o nga ture katoa, Whakarongo, e Iharaira: Ko te Ariki, ko to tatou Atua, he Ariki kotahi:
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30
|Marcos 12:30|
Kia whakapaua hoki tou ngakau, tou wairua, tou hinengaro, tou kaha, ki te aroha ki te Ariki, ki tou Atua: ko te ture tuatahi tenei.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva