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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|Marcos 6:31|
Na ka mea ia ki a ratou, Haere mai koutou na na ki te koraha ki te wahi motu ke, kia ta ai te manawa: he tokomaha hoki e haere mai ana, e haere atu ana, no kihai rawa ratou i watea ki te kai.
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32
|Marcos 6:32|
A haere puku ana ratou ki te koraha ki tetahi wahi motu ke ra te kaipuke.
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33
|Marcos 6:33|
A i kite nga mano i to ratou haerenga, he tokomaha i matau ki a ia, na ka oma a waewae ki reira i roto i nga pa katoa, a ko ratou kua tae wawe.
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|Marcos 6:34|
A ka puta a Ihu, ka kite i te hui nui, ka aroha ki a ratou, no te mea i rite ratou ki te hipi heparakore: a ka anga ia ka whakaako i a ratou ki nga mea maha.
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|Marcos 6:35|
Na, kua heke noa atu te ra, ka haere atu ana akonga ki a ia, ka mea, He wahi koraha tenei, kua heke noa atu te ra:
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|Marcos 6:36|
Tonoa atu ratou kia haere ki nga whenua, ki nga kainga i tetahi taha, i tetahi taha, ki te hoko kai ma ratou.
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37
|Marcos 6:37|
Na ka whakahoki ia, ka mea ki a ratou, Ma koutou e hoatu he kai ma ratou. Ka mea ratou ki a ia, Me haere oti matou ki te hoko taro ki nga pene e rua rau, ka hoatu ai hei kai ma ratou?
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|Marcos 6:38|
Ka mea ia ki a ratou, E hia a koutou taro? Tikina tirohia. Ka mohio ratou, na ka mea, E rima, e rua hoki nga ika.
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39
|Marcos 6:39|
Ka mea ia ki a ratou kia meinga ratou katoa kia noho, he nohoanga, he nohoanga, ki runga ki te tarutaru matomato.
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40
|Marcos 6:40|
Na ka noho ratou, he ropu, he ropu, tataki rau, tataki rima tekau.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva