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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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|Marcos 8:21|
Na ka mea ia ki a ratou, Kahore ano ia koutou kia matau noa?
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22
|Marcos 8:22|
¶ A ka tae ratou ki Petahaira. Na ka kawea mai e ratou he matapo ki a ia, ka inoi ki a ia kia whakapangia e ia.
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23
|Marcos 8:23|
Na ka mau ia ki te ringa o te matapo, ka arahi i a ia ki waho o te kainga; ka tuwha ki ona kanohi, a ka whakapa i ona ringa ki a ia, ka ui ki a ia me kore ia e kite i tetahi mea.
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24
|Marcos 8:24|
Na ka titiro ake ia, ka mea, E kite ana ahau i nga tangata e haereere ana me te mea he rakau.
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25
|Marcos 8:25|
Me i reira ka whakapakia ano nga ringa ki ona kanohi, ka mea i a ia kia titiro: na ka ora ia, a ka marama te titiro ki nga mea katoa.
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26
|Marcos 8:26|
Na ka tono ia i a ia ki tona whare, ka mea atu, Kaua e tomo ki te kainga.
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|Marcos 8:27|
¶ Na ka haere a Ihu ratou ko ana akonga ki nga kainga o Hiharia Piripai: a i te ara ka ui ia ki ana akonga, ka mea ki a ratou, Ki ta nga tangata ki, ko wai ahau?
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28
|Marcos 8:28|
Na ko ta ratou whakahokinga, Ko Hoani Kaiiriiri: ki ta etahi, Ko Iraia; ki ta etahi, Ko tetahi o nga poropiti.
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29
|Marcos 8:29|
Na ka mea ia ki a ratou, Ki ta koutou na ki, ko wai ahau? Na ka whakahoki a Pita, ka mea ki a ia, Ko te Karaiti koe.
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30
|Marcos 8:30|
Na ka whakatupato ia i a ratou, kia kaua ia e korerotia ki te tangata.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva