-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
21
|Mateus 12:21|
Ka tumanako hoki nga tauiwi ki tona ingoa.
-
22
|Mateus 12:22|
¶ Me i reira ka kawea mai ki a ia he tangata e nohoia ana e te rewera, he matapo, he wahangu; a whakaorangia ana e ia, no ka korero, ka kite taua matapo, taua wahangu.
-
23
|Mateus 12:23|
A ka ohomauri te mano katoa, ka mea, Ehara ianei tenei i te Tama a Rawiri?
-
24
|Mateus 12:24|
A, no te rongonga o nga Parihi, ka mea, Ehara i a ia nana i pei nga rewera nei, engari na Perehepura, na te rangatira o nga rewera.
-
25
|Mateus 12:25|
A i matau a Ihu ki o ratou whakaaro, ka mea ki a ratou, Ki te tahuri iho tetahi rangatiratanga ki a ia ano, ka kore; ki te tahuri iho hoki ki a ia ano tetahi pa, tetahi whare ranei, e kore e tu:
-
26
|Mateus 12:26|
Na, ki te pei a Hatana i a Hatana ano, e tahuri iho ana ki a ia ano; me pehea e tu ai tona rangatiratanga?
-
27
|Mateus 12:27|
A, ki te mea na Perehepura taku peinga rewera, na wai te peinga a a koutou tamariki? na ko ratou hei kaiwhakawa mo koutou.
-
28
|Mateus 12:28|
Tena, ki te mea na te Wairua o te Atua taku peinga rewera, ina, kua tae noa mai te rangatiratanga o te Atua ki a koutou.
-
29
|Mateus 12:29|
Me pehea oti ka tomo ai te tangata ki te whare o te tangata kaha, ka pahua ai i ona taonga, ki te kore ia e matua here i taua tangata kaha? ko reira pahua ai i tona whare.
-
30
|Mateus 12:30|
Ko te tangata ehara i te hoa noku, he hoariri ia ki ahau; ko te tangata kahore e kohikohi tahi maua, e titaritari ana.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva