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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Mateus 15:1|
¶ Na ka haere ki a Ihu etahi karaipi me etahi Parihi no Hiruharama, ka mea,
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2
|Mateus 15:2|
He aha au akonga ka takahi ai i te whakarerenga iho a nga kaumatua? Kahore hoki ratou e horoi i o ratou ringa ina kai taro.
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3
|Mateus 15:3|
Na ka whakahoki ia, ka mea ki a ratou, He aha hoki i waiho ai e koutou ta koutou whakarerenga iho hei takahi mo ta te Atua kupu ako?
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4
|Mateus 15:4|
I mea hoki te Atua, Whakahonoretia tou papa me tou whaea: a, Ki te kohukohu hoki tetahi i tona papa, i tona whaea ranei kia mate ia, mate rawa.
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5
|Mateus 15:5|
Ko koutou ia hei mea, Ki te mea tetahi ki tona papa, ki tona whaea ranei, Ko taku mea hei atawhainga mou kua tapaea atu ki te Atua;
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6
|Mateus 15:6|
Na kaua ia e whakahonore i tona papa. Heoi waiho ana e koutou ta koutou whakarerenga iho hei whakakahore i te kupu a te Atua.
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7
|Mateus 15:7|
E te hunga tinihanga, tika rawa ta Ihaia i poropiti ai mo koutou, i mea ai,
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8
|Mateus 15:8|
Te iwi nei ko o ratou ngutu hei whakahonore moku; matara noa atu ia i ahau o ratou ngakau.
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9
|Mateus 15:9|
Maumau karakia noa ratou ki ahau, ko ta ratou nei hoki e whakaako ai ko nga whakahau a te tangata.
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10
|Mateus 15:10|
¶ A karangatia ana e ia te mano ki a ia, ka mea ki a ratou, Kia rongo, kia matau:
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva