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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Mateus 7:1|
¶ Kaua e whakawa, kei whakawakia koutou.
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2
|Mateus 7:2|
Na, ko te whakawakanga e whakawa ai koutou, koia ano hei whakawakanga mo koutou: a ko te mehua e mehua ai koutou, hei mehua ano tena ki a koutou.
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3
|Mateus 7:3|
A he aha tau e titiro ki te otaota i roto i te kanohi o tou teina, te mahara ki te kurupae i roto i tou?
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4
|Mateus 7:4|
Me pehea ranei tau kupu ki tou teina, Iaua, kia kapea atu e ahau te otaota i tou kanohi; a he kurupae ano tena kei roto i tou?
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5
|Mateus 7:5|
E te tangata tinihanga, matua kapea e koe te kurupae i tou kanohi; katahi koe ka marama ki te kape i te otaota i roto i te kanohi o tou teina.
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6
|Mateus 7:6|
Kaua e hoatu te mea tapu ki nga kuri, kaua ano e maka a koutou peara ki te aroaro o nga poaka, kei takatakahia e o ratou waewae, a ka tahuri, ka haehae i a koutou.
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7
|Mateus 7:7|
¶ Inoia, a ka hoatu ki a koutou; rapua, a ka kitea e koutou; patoto, a ka uakina ki a koutou;
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8
|Mateus 7:8|
Ka whiwhi hoki te tangata ina inoi, ka kite ina rapu; ka uakina hoki ki te tangata e patoto ana.
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9
|Mateus 7:9|
Ko tehea tangata ianei o koutou, ina inoi tana tama ki a ia he taro, e hoatu ki a ia he kohatu?
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10
|Mateus 7:10|
A inoi ranei he ika, e hoatu ki a ia he nakahi?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva