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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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1
|Mateus 16:1|
¶ Na ka haere mai nga Parihi me nga Haruki, ka whakamatautau ka tono kia whakakitea e ia ki a ratou tetahi tohu i te rangi.
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2
|Mateus 16:2|
Na ka whakahoki ia, ka mea ki a ratou, Ka ahiahi, ka mea koutou, He paki; ina he whero te rangi.
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3
|Mateus 16:3|
A i te ata, He awha aianei; he whero nei te rangi, e tukupu ana. E te hunga tinihanga, e matau ana koutou ki te titiro ki te mata o te rangi; te taea e koutou nga tohu o nga taima.
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4
|Mateus 16:4|
E rapu tohu ana te whakatupuranga kino, puremu; a heoi ano tohu e hoatu ki a ratou ko te tohu o Hona poropiti. Na whakarerea ana ratou e ia, a haere ana.
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5
|Mateus 16:5|
¶ A ka u nga akonga ki tera taha, kua wareware ki te mau taro atu.
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6
|Mateus 16:6|
Na ka mea a Ihu ki a ratou, Kia mahara kia tupato i te rewena a nga Parihi, a nga Haruki.
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7
|Mateus 16:7|
A ka korerorero ratou ki a ratou ano, ka mea, No te mea kahore tatou i mau taro mai.
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8
|Mateus 16:8|
A ka mohio a Ihu, ka mea ki a ratou, He aha koutou ka korerorero ai ki a koutou, e te hunga whakapono iti, no te mea kihai i maua mai he taro e koutou?
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9
|Mateus 16:9|
Kiano koutou i matau noa, kiano koutou i mahara ki nga taro e rima a nga mano e rima, ki te maha hoki o nga kete i riro i a koutou?
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10
|Mateus 16:10|
Ki nga taro hoki e whitu a nga mano e wha, ki te maha ano o nga kete i riro i a koutou?
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva