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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Mateus 20:21|
Na ka mea ia ki a ia, He hiahia aha tou? Ka mea ia ki a ia, Whakaaetia enei tama tokorua aku, kia noho, tetahi ki tou matau, tetahi ki tou maui, i tou rangatiratanga.
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22
|Mateus 20:22|
Otira ka whakahoki a Ihu, ka mea, Kahore korua e mohio ki ta korua e inoi nei. E ahei ranei korua te inu i te kapu meake inumia e ahau, kia iriiria hoki ki te iriiringa ka iriiria nei ahau? Ka mea raua ki a ia, E ahei ano.
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23
|Mateus 20:23|
Ka mea ia ki a raua, E inu ano korua i taku kapu, e iriiria ki te iriiringa e iriiria ai ahau: ko te noho ia ki toku matau, ki toku maui, ehara i ahau mana e hoatu, engari ka riro i te hunga i whakaritea nei e toku Matua mo ratou.
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24
|Mateus 20:24|
A, no ka rongo te tekau, ka riri ki aua hoa tokorua.
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25
|Mateus 20:25|
Otira ka karangatia ratou e Ihu, a ka mea ia, E matau ana koutou, ko nga kawana o nga tauiwi hei whakatupu rangatira ki a ratou, ko nga tangata rarahi hei akiaki i a ratou.
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26
|Mateus 20:26|
E kore e pera i roto i a koutou: engari ki te mea tetahi kia tupu ia hei tangata nui i roto i a koutou, me whakatupu kaimahi ia ma koutou;
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27
|Mateus 20:27|
A ki te mea tetahi kia tupu ko ia hei tino tangata i roto i a koutou, me whakatupu pononga ia ma koutou:
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28
|Mateus 20:28|
Pera i te Tama a te tangata, kihai nei i haere mai kia mahia he mea mana, engari kia mahi ia, a kia tuku i a ia kia mate hei whakautu mo nga tangata tokomaha.
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29
|Mateus 20:29|
¶ A, i a ratou e haere atu ana i Heriko, he rahi te hui i aru i a ia.
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30
|Mateus 20:30|
Na tokorua nga matapo e noho ana i te taha o te ara: ka rongo raua ko Ihu tera e haere atu ana, ka karanga ake, ka mea, Kia aroha ki a maua, e te Ariki, e te Tama a Rawiri.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva