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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|Mateus 27:31|
Na, ka mutu ta ratou tawai ki a ia, ka tihorea atu i runga i a ia te kakahu ra, whakakahuria ana ona ki a ia, a arahina ana ia kia ripekatia.
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32
|Mateus 27:32|
A, i a ratou e haere ana ki waho, ka kitea e ratou he tangata no Hairini, ko Haimona te ingoa: meinga ana ia e ratou kia haere tahi me ratou hei amo i tona ripeka.
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33
|Mateus 27:33|
¶ A, i to ratou taenga ki te wahi e kiia nei ko Korokota, ara, ko te wahi angaanga,
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34
|Mateus 27:34|
Ka hoatu e ratou he waina ki a ia kia inumia, he mea whakananu ki te au: a, no tana whakamatauranga atu, kihai i pai ki te inu.
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35
|Mateus 27:35|
A, ka oti ia te ripeka, ka wehewehea ona kakahu, he mea maka ki te rota: i rite ai te kupu i korerotia e te poropiti, I wehewehea oku weruweru mo ratou, i maka rota hoki mo toku kakahu.
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36
|Mateus 27:36|
Na noho ana ratou ki te tiaki i a ia i reira.
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37
|Mateus 27:37|
A whakanohoia ana e ratou ki runga ake i tona matenga te mea i whakawakia ai ia, he mea tuhituhi, ko Ihu tenei ko te kingi o nga Hurai.
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38
|Mateus 27:38|
Na tokorua nga tahae i ripekatia ngatahitia me ia, kotahi ki matau, kotahi ki maui.
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39
|Mateus 27:39|
A ka kohukohu ki a ia te hunga e haere ana ra reira, me te oioi o ratou matenga,
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40
|Mateus 27:40|
Ka mea, Ko koe hei whakahoro i te whare tapu, hei hanga ano i nga ra e toru, whakaorangia koe e koe ano. Ki te mea ko te Tama koe a te Atua, heke iho i te ripeka.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva