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Maori -
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1
|Neemias 3:1|
¶ Katahi ka whakatika a Eriahipi, tino tohunga, ratou ko ona teina ko nga tohunga, kei te hanga i te kuwaha hipi; whakatapua ana e ratou, whakaturia ana e ratou ona tatau tae noa ki te pourewa o Meaha, whakatapua ana e ratou tae noa ki te pourewa o Hananeere.
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2
|Neemias 3:2|
I tona taha ko nga tangata o Heriko e hanga ana; a i te taha o era ko Takuru tama a Imiri.
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3
|Neemias 3:3|
Na, ko te kuwaha ika, na nga tama a Hahenaa i hanga; na ratou i whakanoho ona rakau, i whakatu hoki ona tatau, ona raka, me ona tutaki.
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4
|Neemias 3:4|
I ko atu i a ratou ko Meremoto tama a Uria, tama a Koto ki te hanga. A i ko atu i a ratou ko Mehurama tama a Perekia, tama a Mehetapeere ki te hanga. A i ko atu i ena ko Haroko tama a Paana ki te hanga.
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5
|Neemias 3:5|
I to ratou taha ko nga Tekoi ki te hanga; otira kihai o ratou tangata nunui i tuku i o ratou kaki ki te mahi a to ratou Ariki.
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6
|Neemias 3:6|
Na ko te kuwaha tawhito i hanga e Ioiara tama a Pahea, raua ko Mehurama tama a Pehoreia: na raua ona rakau i whakanoho, na raua ano i whakatu ona tatau, me ona raka, me ona tutaki.
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7
|Neemias 3:7|
I to raua taha e hanga ana a Meratia Kipeoni, a Tarono Meronoti, me nga tangata o Kipeono, o Mihipa, he wahi era no te torona o te kawana o tera taha o te awa.
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8
|Neemias 3:8|
I tona taha e hanga ana a Utiere tama a Harahaia, no nga kaimahi koura. I tona taha e hanga ana a Hanania tama a tetahi kaiwhakaranu. Na oti ake i a ratou a Hiruharama, tae noa ki te taiepa nui.
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9
|Neemias 3:9|
I to ratou taha e hanga ana a Repaia tama a Huru, rangatira o te hawhe o nga wahi o Hiruharama.
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10
|Neemias 3:10|
I to ratou taha e hanga ana a Ieraia tama a Harumapa, ki te ritenga atu ano o tona whare. I tona taha e hanga ana a Hatuhu tama a Hahapania.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva