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Maori -
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1
|Neemias 4:1|
¶ No te rongonga ia o Hanaparata kei te hanga matou i te taiepa, ka riri, nui atu te riri, ka whakahi ki nga Hurai.
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2
|Neemias 4:2|
Na ka korero ia i te aroaro o ona teina, o te ope ano o Hamaria, ka mea, E aha ana enei Hurai ngoikore? e hanga pa ranei ratou? e mea patunga tapu ranei ratou? e oti ranei i a ratou i te ra kotahi? e whakaorangia ake ranei e ratou nga kohatu i ro to i nga puranga paru kua oti na te tahu?
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3
|Neemias 4:3|
Na i tona taha a Topia Amoni, a ka mea ia, Ko taua mea e hanga na e ratou, ki te piki atu he pokiha, ka pakaru ta ratou taiepa kohatu.
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4
|Neemias 4:4|
Whakarongo, e to matou Atua, e whakahaweatia ana hoki matou; whakahokia iho ano ta ratou taunu ki runga ki to ratou upoko; hoatu hoki ratou hei taonga parakete ki te whenua e whakaraua ai;
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5
|Neemias 4:5|
A kei hipokina to ratou he, kaua ano to ratou hara e murua i tou aroaro; mo ratou i whakapataritari i a koe i te aroaro o nga kaihanga.
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6
|Neemias 4:6|
Na hanga ana e matou te taiepa; a ka honoa te taiepa katoa, kia tae ki te hawhe ano o tona tiketike: he ngakau hoki to te iwi ki te mahi.
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7
|Neemias 4:7|
¶ I te rongonga ia o Hanaparata, o Topia, o nga Arapi, o nga Amoni, o nga Aharori, kua neke haere te hanga o nga taiepa o Hiruharama, a kua timata nga wahi pakaru te kapi, na nui atu to ratou riri.
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8
|Neemias 4:8|
Na ka whakatupu ngatahi ratou katoa i te he, kia haere mai ki te whawhai ki Hiruharama, whakaware ai.
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9
|Neemias 4:9|
Heoi inoi ana matou ki to matou Atua, whakaturia ana e matou he atiati mo ratou, i te ao, i te po, i te wehi hoki i a ratou.
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10
|Neemias 4:10|
Na ka mea a Hura, Kua hemo te kaha o nga kaipikau, e nui ana hoki te paru; na e kore matou e kaha ki te hanga i te taiepa.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva