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Maori -
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20
|Neemias 3:20|
I muri i a ia ko Paruku tama a Tapai, uaua rawa tana hanga i tetahi atu wahi, i te koki o te taiepa, a tae noa ki te tatau o te whare o Eriahipi, o te tino tohunga.
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21
|Neemias 3:21|
I muri i a ia ka hanga ko Meremoto, tama a Uria, tama a Koto, i tetahi atu wahi, i te tatau atu ano o te whare o Eriahipi, a tae noa ki te pito o te whare o Eriahipi.
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22
|Neemias 3:22|
I muri i a ia ka hanga ko nga tohunga, ko nga tangata o te mania.
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23
|Neemias 3:23|
I muri i a ia e hanga ana a Pineamine raua ko Hahupu, i te ritenga mai ano o to raua whare. I muri i a ia e hanga ana a Ataria tama a Maaheia tama a Anania i te taha ano ki tona whare.
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24
|Neemias 3:24|
I muri i a ia ka hanga ko Pinui tama a Henarara i tetahi atu wahi, i te whare atu ano o Ataria, a tae noa ki te koki o te taiepa, a ki te pikonga.
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25
|Neemias 3:25|
Ko Parara tama a Utai i te ritenga atu o te koki o te taiepa, o te pourewa hoki e kokiri ana ki waho i te whare o te kingi i runga, i te taha o te marae o te whare herehere. I muri i a ia ko Peraia tama a Paroho.
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26
|Neemias 3:26|
A i noho nga Netinimi ki Opere, a tae noa ki te ritenga atu o te kuwaha wai, whaka te rawhiti, ki te pourewa ano hoki e uaki ana ki waho.
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27
|Neemias 3:27|
I muri i a ia ka hanga ko nga Tekoi i tetahi atu wahi, i te ritenga ano o te pourewa nui e kokiri ana ki waho, a tae noa ki te taiepa o Opere.
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28
|Neemias 3:28|
Ko to runga ake o te kuwaha hoiho ta nga tohunga i hanga ai, i te ritenga ano o te whare o tenei tangata, o tenei tangata.
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29
|Neemias 3:29|
I muri i a ratou ka hanga ko Haroko tama a Imere i te ritenga ano o tona whare. I muri ano hoki i a ia ka hanga ko Hemaia tama a Hekania, kaitiaki o te kuwaha ki te rawhiti.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva