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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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48
|João 6:48|
Ko ahau te taro o te ora.
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49
|João 6:49|
I kai ra o koutou matua i te mana i te koraha, a i mate ratou.
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50
|João 6:50|
Ko te taro tenei e heke iho ana i te rangi, kia kai ai te tangata i a ia, a kia kaua e mate.
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51
|João 6:51|
Ko ahau te taro ora i heke iho i te rangi; ki te kai tetahi i tenei taro, e ora tonu ia: ae ra, ko te taro e hoatu e ahau ko oku kikokiko, e hoatu e ahau hei oranga mo te ao
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52
|João 6:52|
Na ka totohe nga Hurai tetahi ki tetahi, ka mea, Me pehea e homai ai e tenei tangata ona kikokiko kia kainga e tatou?
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53
|João 6:53|
Na, ko te meatanga a Ihu ki a ratou, he pono, he pono taku e mea nei ki a koutou, Ki te kahore koutou e kai i nga kikokiko o te Tama a te tangata, e inu i ona toto, kahore he ora i roto i a koutou ake.
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|João 6:54|
Ko ia e kai ana i oku kikokiko, e inu ana i oku toto, he ora tonu tona; a maku ia e whakaara ake a te ra whakamutunga.
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55
|João 6:55|
He kai pono hoki oku kikokiko, he mea pono oku toto hei inumanga.
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|João 6:56|
Ko ia e kai ana i oku kikokiko, e inu ana i oku toto, e noho ana i roto i ahau, me ahau hoki i roto i a ia.
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57
|João 6:57|
Na te Matua ora hoki ahau i tono mai, no te Matua ano toku ora: waihoki ki te kai tetahi i ahau, kei ahau he ora mona.
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Sugestões

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21 de março LAB 446
PENSANDO BEM...
Juízes 20-21
Laurence Richards, em seu livro The Teacher’s Coments, chamou-me a atenção para algo que eu nunca tinha pensado em relação ao livro de Juízes e a nossa sociedade moderna. Se você observar na sua Bíblia, ao terminar de ler esse livro, vai deparar-se com a frase: “Naquela época, não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo.” Na realidade, essa frase repete-se várias vezes em Juízes. Ela deve nos levar a pensar sobre tudo o que possa existir na nossa conduta que não esteja alinhado com a vida que Deus descreve na Sua Lei. Este é o ponto.
Pense bem: nos dias atuais, os tribunais têm a tendência de definir o que é obsceno usando como critérios o que seriam chamados de “padrões da sociedade”. Ou seja, o que as pessoas de uma comunidade considerarem obscenidade será obscenidade, e o que considerarem não-obsceno não será obsceno. E, desafortunadamente, isso é óbvio. Mas minha pergunta é: O que você acha desse critério?
Será que a frase “Naquela época... cada um fazia o que lhe parecia certo” e esse sistema moderno de estabelecer a “justiça” têm algo em comum? É claro que tem tudo a ver. Obviamente também estamos errados. A(s) nossa(s) comunidade(s) deveria(m) estabelecer como definições legais os conceitos morais e não as ações de crime. Mas parece quase impossível, pois como isso seria feito, se existe tanto desacordo sobre o que vem a ser “certo” e o que vem a ser “errado”? O pós-modernismo, o pluralismo e o amor pelo “politicamente correto” nos fizeram, como sociedade, afocinharmos nessa fossa insegura.
“E agora?” É a mesma pergunta que poderia ser feita e ser respondida no período dos Juízes. Temos a Bíblia, eles tinham o Pentateuco e a história de Josué. A própria Palavra de Deus, através de Josué e de Moisés, já tinha advertido aquele povo que a desobediência também traz consigo a semeadura da autodestruição. O contexto daquela sociedade do fim do livro de Juízes mostra esse conceito de uma maneira muito clara. A única variação é que o deteriorar das coisas, às vezes, é um processo longo ou um processo curto, mas é um processo que acontece. Pode demorar porque em determinadas situações, o fruto mortal e amargo talvez demore algumas gerações para ficar maduro. Mas o “Assim Diz o Senhor” é certo. A mortandade que um dia foi anunciada vai chegar. O que Deus fala, de forma muito inconfundível e irredutível, é a expressão dos princípios nos quais precisamos nos basear para sermos bem conduzidos nesta vida.
E os princípios você já sabe como pode encontrar: fazendo a leitura bíblica diária.
Valdeci Júnior
Fátima Silva