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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|João 7:1|
¶ I muri i enei mea ka haereere a Ihu i Kariri: kahore hoki ia i pai ki te haereere i Huria, e rapu ana hoki nga Hurai kia whakamatea ia.
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2
|João 7:2|
Na kua tata te hakari a nga Hurai, te hakari whare wharau.
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3
|João 7:3|
Na ka mea ona teina ki a ia, Haere atu i konei, anga atu ki Huria, kia kite ai hoki au akonga i au mahi e mahi nei koe.
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4
|João 7:4|
E kore hoki tetahi tangata e mea huna i tetahi mea, ki te whai ia kia ara tona ingoa. Ki te mea koe i enei mea, kia kite te ao i a koe.
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5
|João 7:5|
Ko ona teina tonu hoki kihai i whakapono ki a ia.
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6
|João 7:6|
Na ka mea a Ihu ki a ratou, Kahore ano kia taea noatia toku taima: ko to koutou taima ia kei nga wa katoa.
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7
|João 7:7|
E kore e ahei kia kino te ao ki a koutou; engari ka kino ki ahau, no te mea e whakaaturia ana e ahau te kino o ana mahi.
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8
|João 7:8|
Haere koutou ki tenei hakari: e kore ahau e haere wawe ki tenei hakari; kahore hoki toku taima kia ata rite noa.
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9
|João 7:9|
A ka mutu tenei korero ana ki a ratou, ka noho tonu ia ki Kariri.
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10
|João 7:10|
A, no ka riro ona teina ki te hakari, ka haere ano hoki ia, ehara i te mea whakakite nui, engari i tu a huna.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva