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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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|João 18:1|
¶ Ka mutu enei korero a Ihu ka haere ia, ratou ko ana akonga, ki tawahi o te manga wai, ara o Kerono. Na, he kari kei reira, a tapoko atu ana ia, ratou ko ana akonga.
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2
|João 18:2|
I matauria ano taua wahi e Huria, e te tangata e tukua ai ia: he maha hoki nga hokinga o Ihu, ratou ko ana akonga ki reira.
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3
|João 18:3|
Na ka hoatu ki a Hura tetahi matua me etahi katipa e nga tohunga nui ratou ko nga Parihi, a haere ana ki reira, me nga roherohe, me nga rama, me nga patu.
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4
|João 18:4|
Heoi i matau a Ihu ki nga mea katoa meake pa ki a ia, ka puta atu, ka mea ki a ratou, Ko wai ta koutou e rapu?
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5
|João 18:5|
Ka whakahokia e ratou ki a ia, Ko Ihu o Nahareta. Ka mea a Ihu ki a ratou, Ko ahau ia. A, i te tu ano i roto i a ratou a Hura, tona kaituku.
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6
|João 18:6|
Na, i tana korerotanga ki a ratou, Ko ahau ia, hoki ana ratou ki muri, hinga ana ki te whenua.
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7
|João 18:7|
Na ka ui ano ia ki a ratou, Ko wai ta koutou e rapu? Ka mea ratou, Ko Ihu o Nahareta.
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8
|João 18:8|
Ka whakahokia e Ihu, Kua mea ahau ki a koutou, Ko ahau ia: ki te mea e rapu ana koutou i ahau, tukua enei kia haere:
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9
|João 18:9|
Kia rite ai te kupu i korerotia e ia, kahore i ngaro tetahi o te hunga i homai e koe ki ahau.
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10
|João 18:10|
Na he hoari ta Haimona Pita, unuhia ana e ia a haua iho te pononga a te tohunga nui, tapahia ana tona taringa matau. Ko te ingoa o taua pononga ko Maraku.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva