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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|João 18:1|
¶ Ka mutu enei korero a Ihu ka haere ia, ratou ko ana akonga, ki tawahi o te manga wai, ara o Kerono. Na, he kari kei reira, a tapoko atu ana ia, ratou ko ana akonga.
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2
|João 18:2|
I matauria ano taua wahi e Huria, e te tangata e tukua ai ia: he maha hoki nga hokinga o Ihu, ratou ko ana akonga ki reira.
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3
|João 18:3|
Na ka hoatu ki a Hura tetahi matua me etahi katipa e nga tohunga nui ratou ko nga Parihi, a haere ana ki reira, me nga roherohe, me nga rama, me nga patu.
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4
|João 18:4|
Heoi i matau a Ihu ki nga mea katoa meake pa ki a ia, ka puta atu, ka mea ki a ratou, Ko wai ta koutou e rapu?
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5
|João 18:5|
Ka whakahokia e ratou ki a ia, Ko Ihu o Nahareta. Ka mea a Ihu ki a ratou, Ko ahau ia. A, i te tu ano i roto i a ratou a Hura, tona kaituku.
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6
|João 18:6|
Na, i tana korerotanga ki a ratou, Ko ahau ia, hoki ana ratou ki muri, hinga ana ki te whenua.
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7
|João 18:7|
Na ka ui ano ia ki a ratou, Ko wai ta koutou e rapu? Ka mea ratou, Ko Ihu o Nahareta.
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8
|João 18:8|
Ka whakahokia e Ihu, Kua mea ahau ki a koutou, Ko ahau ia: ki te mea e rapu ana koutou i ahau, tukua enei kia haere:
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9
|João 18:9|
Kia rite ai te kupu i korerotia e ia, kahore i ngaro tetahi o te hunga i homai e koe ki ahau.
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10
|João 18:10|
Na he hoari ta Haimona Pita, unuhia ana e ia a haua iho te pononga a te tohunga nui, tapahia ana tona taringa matau. Ko te ingoa o taua pononga ko Maraku.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva