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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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1
|João 2:1|
¶ Na i te toru o nga ra he marena i Kana o Kariri; a reira te whaea o Ihu:
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2
|João 2:2|
I karangatia ano a Ihu ratou ko ana akonga ki te marena.
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3
|João 2:3|
A, i te paunga o te waina, ka mea te whaea o Ihu ki a ia, Kahore a ratou waina.
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4
|João 2:4|
Ka mea a Ihu ki a ia, E tai, he aha taku ki a koe? kahore ano kia taea noatia toku haora.
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5
|João 2:5|
Ka mea tona whaea ki nga kaimahi, Ko tana e mea ai ki a koutou, meatia.
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6
|João 2:6|
Na i reira etahi ipu kohatu e ono e tu ana, he tikanga na nga Hurai mo te horoi, e rua, e toru nga mehua o tetahi, o tetahi, ina ki.
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7
|João 2:7|
Ka mea a Ihu ki a ratou, Whakakiia nga ipu ki te wai. A whakakiia ana e ratou, purena noa.
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8
|João 2:8|
Na ka mea ia ki a ratou, Tena, utuhia, kawea atu ki te rangatira o te hakari. A kawea ana e ratou.
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9
|João 2:9|
A, no ka whakamatau te rangatira o te hakari i te wai i whakawainatia, a kihai i mohio no hea ranei; ko nga pononga ia i utuhia ai te wai i mohio; ka karanga te rangatira o te hakari ki te tane marena hou,
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10
|João 2:10|
Ka mea ki a ia, E whakatakotoria ana e nga tangata katoa te waina pai i te timatanga; a ka roa te inumanga, mo reira te waina he iti iho nei te pai: ko koe ia, kua tohu i te waina pai mo naianei.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva