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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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1
|João 4:1|
¶ A, no ka mohio te Ariki, kua rongo nga Parihi, ko nga akonga a Ihu i mea ai, i iriiri ai, he tokomaha atu i a Hoani,
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2
|João 4:2|
He ahakoa ra ehara i a Ihu nana i iriiri, na ana akonga ia,
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3
|João 4:3|
Ka mahue a Huria i a ia, a hoki ana ano ki Kariri.
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4
|João 4:4|
¶ Na, ko te ara mona i tika na Hamaria.
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5
|João 4:5|
A ka haere ia ki tetahi pa o Hamaria, ko Haika te ingoa, e patata ana ki te wahi i hoatu e Hakopa ki tana tama, ki a Hohepa.
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6
|João 4:6|
Kei reira hoki te puna a Hakopa. Na kua ngenge a Ihu i te haerenga, heoi noho ana ia ki te taha o te puna: a meake ko te ono o nga haora.
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7
|João 4:7|
Ka haere mai tetahi wahine o Hamaria ki te utu wai: ka mea a Ihu ki a ia, Homai he wai moku.
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8
|João 4:8|
Kua riro hoki ana akonga ki te pa, ki te hoko kai.
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9
|João 4:9|
Na ko te meatanga a te wahine o Hamaria ki a ia, he aha koe, he Hurai na koe, ka tono mai ai i te wai i ahau, he wahine nei ahau no Hamaria? kahore hoki e tata ana nga Hurai ki nga Hamarai.
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10
|João 4:10|
Ka whakahoki a Ihu, ka mea ki a ia, Me i matau koe ki ta te Atua e homai ai, ki tenei hoki e mea nei ki a koe, Homai he wai moku; penei kua tono koe ki a ia, a kua hoatu e ia te wai ora ki a koe.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva