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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|João 4:31|
I taua takiwa ano ka tohe nga akonga ki a ia, ka mea, E te Kaiwhakaako, e kai ra.
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32
|João 4:32|
Otira ka mea ia ki a ratou, he kai ano taku hei kai maku, kahore koutou e matau.
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33
|João 4:33|
Na ka mea nga akonga tetahi ki tetahi, I kawea mai ranei e tetahi he kai mana?
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34
|João 4:34|
Ka mea a Ihu ki a ratou, Ko taku kai tenei, ko te mea i ta toku kaitono e pai ai, kia whakaotia hoki tana mahi.
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35
|João 4:35|
E kore ianei koutou e mea, Kia wha atu nga marama, a ka taea te kotinga? Nana, ko taku kupu tenei ki a koutou, Kia ara ake o koutou kanohi, titiro ki nga mara; kua ma noa ake: ko te kotinga tenei.
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36
|João 4:36|
Ka whiwhi te kaikokoti ki te utu, ka kohia ano hoki e ia nga hua mo te ora tonu: kia hari tahi ai te kairui raua ko te kaikokoti.
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37
|João 4:37|
Na konei hoki i pono ai taua ki, E rui ana tetahi, e kokoti ana tetahi.
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38
|João 4:38|
I tonoa koutou e ahau ki te kokoti i te mea kihai i mahia e koutou: he tangata ke nana i mahi, a kua uru koutou ki a ratou mahi.
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39
|João 4:39|
A he tokomaha nga Hamari o taua pa i whakapono ki a ia, mo te ki a te wahine i mea ra, I korerotia mai e ia ki ahau nga mea katoa i mea ai ahau.
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40
|João 4:40|
A, no ka tae nga Hamari ki a ia, ka mea kia noho ia ki a ratou: a e rua nga ra i noho ai ia ki reira.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva