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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|João 9:1|
¶ Na, i a Ihu e haere ana, ka kite ia i tetahi tangata i matapo, no tona whanautanga mai ano.
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2
|João 9:2|
Na ka ui ana akonga ki a ia, ka mea, E te Kaiwhakaako, ko wai i hara, ko tenei, ko ona matua ranei, i whanau matapo ai ia?
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3
|João 9:3|
Ka whakahokia e Ihu, Ehara i te mea ko tenei kua hara, ko ona matua ranei: engari kia ai ai ia hei whakakitenga mo nga mahi a te Atua.
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4
|João 9:4|
Me mahi e tatou nga mahi a toku kaitono mai i te mea e ao ana: meake ko te po e kore ai e taea he mahi e tetahi tangata.
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5
|João 9:5|
I ahau i te ao nei, ko ahau te marama o te ao.
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6
|João 9:6|
Ka mutu enei korero ana, ka tuwha ia ki te whenua, a pokepokea ana tetahi paru ki te huware, pania atu ana te paru ki nga kanohi o te matapo,
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7
|João 9:7|
Na ka mea ki a ia, haere ki te horoi ki te kaukauranga i Hiroama, ko Tono te whakamaoritanga. Na haere ana ia, horoi ana, a hoki titiro ana mai.
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8
|João 9:8|
¶ Na ka mea nga tangata e noho tata ana, ratou ko nga tangata i kite i tona matapotanga i mua, Ehara ianei tenei i taua tangata i noho ra, i tono mea ra mana?
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9
|João 9:9|
Ka mea etahi, Ko ia tenei: ko etahi i mea, Kahore, engari rite tonu ki a ia te ahua. Ka mea ia, Ko ahau ra ia.
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10
|João 9:10|
Katahi ratou ka mea ki a ia, Na te aha ra i kite ai ou kanohi?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva