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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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13
|Marcos 12:13|
¶ Na ka tonoa mai e ratou ki a ia etahi o nga parihi, ratou ko nga Heroriana, hei hopu mo tetahi kupu ana.
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14
|Marcos 12:14|
A, no to ratou taenga mai, ka mea ki a ia, E te Kaiwhakaako, e matau ana matou he kupu pono tau, e kore ano ta te tangata e whakaaroa e koe; e kore ano koe e titiro ki te kanohi tangata, engari ka whakaako i te ara a te Atua i runga i te pono. H e mea tika ranei te hoatu takoha ki a Hiha, ehara ranei?
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15
|Marcos 12:15|
Me hoatu ranei e matou, kaua ranei e hoatu? Otira i mohio ia ki to ratou tinihanga, ka mea ki a ratou, He aha koutou ka whakamatautau ai i ahau? mauria mai he pene ki ahau, kia kite ahau.
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|Marcos 12:16|
A mauria ana mai. Na ko tana meatanga ki a ratou, No wai tenei ahua me te tuhituhinga? Ka mea ratou ki a ia, No Hiha.
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17
|Marcos 12:17|
Na ka whakahoki a Ihu, ka mea ki a ratou, Hoatu ki a Hiha nga mea a Hiha, ki te Atua nga mea a te Atua. A miharo ana ratou ki a ia.
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18
|Marcos 12:18|
¶ Na ka haere mai ki a ia nga Haruki, e mea nei kahore he aranga; ka ui ki a ia, ka mea,
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19
|Marcos 12:19|
E te kaiwhakaako, i tuhituhi a Mohi ki a matou, Ki te mate te tuakana o tetahi tangata, mahue iho tana wahine, kahore he tamariki hei waihotanga iho, me tango tana wahine e tona teina, ka whakatupu uri ai mo tona tuakana.
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20
|Marcos 12:20|
Na tera tetahi whanau, tokowhitu, he tuakana, he teina: ka tango to mua i te wahine, ka mate, a kahore he uri hei waihotanga iho.
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21
|Marcos 12:21|
Katahi ka tango te tuarua i a ia, ka mate, kahore ano hoki ona uri hei waihotanga iho: pera tonu ano hoki te tuatoru.
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22
|Marcos 12:22|
I tango ano te tokowhitu i a ia, a kahore o ratou uri hei waihotanga iho: muri rawa iho ka mate ko te wahine.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva