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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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33
|Marcos 12:33|
A ko te whakapau i te ngakau, i te hinengaro, i te wairua, i te kaha, ki te aroha ki a ia, me te aroha ki tona hoa tata, ano ko ia, nui atu ena i nga tahunga tinana, i nga patunga tapu katoa.
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34
|Marcos 12:34|
A, no te kitenga o ihu he kupu mohio tana i whakahoki ai, ka mea ki a ia, Kahore koe i matara atu i te rangatiratanga o te Atua. A kihai tetahi tangata i maia ki te ui ki a ia i muri iho.
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35
|Marcos 12:35|
¶ Na ka ki a Ihu, ka mea, i a ia e whakaako ana i roto i te temepara, Na te aha nga karaipi ka mea ai, he tama na Rawiri a te Karaiti?
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36
|Marcos 12:36|
Na Rawiri ake hoki te kupu i roto i te Wairua Tapu, I mea te Ariki ki toku Ariki, hei toku matau koe noho ai, kia meinga ra ano e ahau ou hoariri hei turanga waewae mou.
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37
|Marcos 12:37|
Ko Rawiri tonu tenei e karanga nei ki a ia he Ariki; a no hea ia i tama ai ki a ia? A ahuareka ana te mano tini ki te whakarongo ki a ia.
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|Marcos 12:38|
Na i mea ano ia ki a ratou i tana akoranga, Kia tupato ki nga karaipi, ko ta ratou e rawe ai ko te haereere i roto i nga kakahu roroa, me nga ohatanga i nga kainga hokohoko,
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|Marcos 12:39|
Me nga nohoanga rangatira i nga whare karakia, me nga nohoanga rangatira i nga hakari:
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40
|Marcos 12:40|
Ka pau nei i a ratou nga whare o nga pouaru, a ka maminga ki te inoi roa: he nui rawa te mate e pa ki enei.
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41
|Marcos 12:41|
¶ A ka noho a Ihu i te ritenga atu o te takotoranga moni, ka matakitaki ki te mano e panga moni ana ki te takotoranga moni: a he tokomaha nga tangata whai taonga i panga moni maha ki roto.
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42
|Marcos 12:42|
Na ko te haerenga mai o tetahi pouaru rawakore, ka maka i nga mea nohinohi, e rua, kotahi patena ki te huia.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva