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Maori -
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57
|Neemias 7:57|
Ko nga tama a nga pononga a Horomona: ko nga tama a Hotai, ko nga tama a Hoperete, ko nga tama a Perira,
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58
|Neemias 7:58|
Ko nga tama a Taara, ko nga tama a Tarakono, ko nga tama a Kirere,
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59
|Neemias 7:59|
Ko nga tama a Hepatia, ko nga tama a Hatiri, ko nga tama a Pokerete o Tepaimi, ko nga tama a Amono.
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60
|Neemias 7:60|
Ko nga Netinimi katoa, ratou ko nga tama a nga pononga a Horomona, e toru rau e iwa tekau ma rua.
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61
|Neemias 7:61|
Ko enei i haere mai i Teremera, i Terehareha, i Kerupu, i Arono, i Imere: otiia kihai i taea e ratou te whakaatu te whare o o ratou papa, to ratou kawei, no Iharaira ranei ratou;
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62
|Neemias 7:62|
Ara ko nga tama a Teraia, ko nga tama a Topia, ko nga tama a Nekora, e ono rau e wha tekau ma rua.
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63
|Neemias 7:63|
O nga tohunga hoki: ko nga tama a Hapaia, ko nga tama a Koto, ko nga tama a Paratirai, i tango nei i tetahi o nga tamahine a Paratirai Kireari hei wahine mana, a ka huaina to ratou ingoa ki a ia.
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64
|Neemias 7:64|
I rapua e enei te whakapapa o o ratou tupuna i roto i te hunga kua oti te whakapapa; heoi kihai i kitea: na reira i kiia ai ratou he poke, i mutu ake ai to ratou tohungatanga.
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65
|Neemias 7:65|
Na ka mea te kawana ki a ratou, kia kaua ratou e kai i nga mea tapu rawa, kia ara ake ra ano tetahi tohunga, kei a ia nga Urimi me nga Tumime.
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66
|Neemias 7:66|
Ko te whakaminenga katoa, ki te huihuia, e wha tekau ma rua mano, e toru rau e ono tekau,
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva