-
-
Maori -
-
67
|Neemias 7:67|
Haunga a ratou pononga tane, a ratou pononga wahine, e whitu mano o enei e toru rau e toru tekau ma whitu: i a ratou ano he kaiwaiata, he tane, he wahine, e rua rau e wha tekau ma rima.
-
68
|Neemias 7:68|
Ko o ratou hoiho, e whitu rau e toru tekau ma ono: ko o ratou muera, e rua rau e wha tekau ma rima.
-
69
|Neemias 7:69|
E wha rau e toru tekau ma rima nga kamera: ko nga kaihe, e ono mano e whitu rau e rua tekau.
-
70
|Neemias 7:70|
Na i homai ano e etahi o nga ariki o nga whare o nga matua he mea mo te mahi. Ta te kawana i homai ai ki roto ki nga taonga, kotahi mano tarami koura, e rima tekau peihana, e rima rau e toru tekau kakahu tohunga.
-
71
|Neemias 7:71|
I homai ano e etahi o nga ariki o nga whare o nga matua ki roto ki nga taonga mo te mahi e rua tekau mano tarami koura, e rua mano e rua rau pauna hiriwa.
-
72
|Neemias 7:72|
Na, ko nga mea i homai e te nuinga o te iwi, e rua tekau mano tarami koura, e rua mano pauna hiriwa, e ono tekau ma whitu kakahu tohunga.
-
73
|Neemias 7:73|
Heoi noho ana nga tohunga i o ratou pa, me nga Riwaiti ano, ratou ko nga kaitiaki kuwaha, ko nga kaiwaiata, ko etahi o te iwi, ko nga Netinimi, ko Iharaira katoa. A, i te takanga mai o te whitu o nga marama, e noho ana nga tama a Iharaira i o ra tou pa.
-
1
|Neemias 8:1|
¶ Na ka huihui te iwi katoa, ano he tangata kotahi, ki te marae i te kuwaha wai, a ka mea ki a Etera karaipi kia mauria mai te pukapuka o te ture a Mohi, o tera i whakahaua e Ihowa ki a Iharaira.
-
2
|Neemias 8:2|
Na ka mauria mai e Etera tohunga te ture ki te aroaro o te whakaminenga, o te tane, o te wahine, o te hunga katoa e mohio ana ki te whakarongo, i te ra tuatahi o te whitu o nga marama.
-
3
|Neemias 8:3|
A ka korerotia e ia i te marae i te kuwaha wai, i te ata iho a taea noatia a waenganui o te ra, i te aroaro o nga tane, o nga wahine, o te hunga whai whakaaro; na tau tonu mai nga taringa o te iwi katoa ki te pukapuka o te ture.
-
-
Sugestões

Clique para ler Jeremias 30-32
19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva