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Maori -
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1
|Rute 1:1|
¶ Na i nga ra i whakarite ai nga kaiwhakarite, kua pa te matekai ki te whenua. A ka haere tetahi tangata o Peterehema Hura ki te whenua o Moapa noho ai; a ia, tana wahine, me ana tama tokorua.
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2
|Rute 1:2|
Na, ko te ingoa o taua tangata, ko Erimereke, ko Naomi hoki te ingoa o tana wahine; ko nga ingoa hoki o ana tama tokorua, ko Maharono, ko Kiriono, he Eparati ratou, no Peterehema Hura. Na haere ana ki te whenua o Moapa, a noho ana i reira.
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3
|Rute 1:3|
Na ka mate a Erimereke, te tahu a Naomi, a mahue iho ko ia, ratou ko ana tama tokorua.
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4
|Rute 1:4|
Na ka tango wahine raua ma raua i roto i nga wahine o Moapa; ko Oropa te ingoa o tetahi, ko Rutu te ingoa o tetahi, a noho ana i reira, kotahi tekau nga tau.
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5
|Rute 1:5|
Na ka mate raua tokorua, a Maharono raua ko Kiriono, a ko te wahine anake te putanga o ana tama tokorua, o tana tahu.
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6
|Rute 1:6|
¶ Katahi ia ka whakatika, ratou ko ana hunaonga, a hoki ana i te whenua o Moapa; i rongo hoki i te whenua o Moapa kua titiro mai a Ihowa ki tana iwi, kua hoatu e ia he taro ma ratou.
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7
|Rute 1:7|
Heoi haere atu ana ia i te wahi i noho ai, ratou tahi ko ana hunaonga tokorua, a haere ana i te ara, hoki ana ki te whenua o Hura.
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8
|Rute 1:8|
Na ka mea a Naomi ki ana hunaonga tokorua, Haere korua, e hoki ki nga whare o o korua whaea: ma Ihowa korua e atawhai; kia rite tana ki ta korua mahi ki nga tupapaku, ki ahau hoki.
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9
|Rute 1:9|
Ma Ihowa e hoami ki a korua kia kite korua i te okiokinga i roto i te whare o tana tahu, o tana tahu. Na ka kihi ia i a raua, a rahi noa atu o ratou reo ki te tangi.
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10
|Rute 1:10|
Na ka mea raua ki a ia, Engari me hoki tahi tatou ki tou iwi.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva