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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|2 Coríntios 13:1|
¶ Hei tuatoru tenei mo oku haerenga atu ki a koutou. Ma te mangai o nga kaiwhakaatu tokorua, tokotoru ranei, ka u ai nga kupu katoa.
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2
|2 Coríntios 13:2|
Kua korero ano ahau i mua, ka korero ano inaianei, pera i te tuarua o oku wa i kona, a i ahau e ngaro mai nei, ki te hunga i hara i mua, ki era katoa ano hoki, na, ki te tae atu ano ahau, e kore e tohungia e ahau;
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3
|2 Coríntios 13:3|
E rapu tohu na hoki koutou o te Karaiti e korero ana i roto i ahau; kahore nei ia e ngoikore ki a koutou, engari e kaha ana i roto i a koutou:
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4
|2 Coríntios 13:4|
I ripekatia hoki ia i te mea e ngoikore ana, otiia kei te ora ia, na te kaha o te Atua. He ngoikore hoki matou i roto i a ia, heoi ka ora tahi ano me ia, he meatanga na te kaha o te Atua ki a koutou.
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5
|2 Coríntios 13:5|
Whakamatauria iho koutou ano, mehemea ranei koutou kei roto i te whakapono; tirohia iho o koutou tohu e koutou ano. Tena ranei kahore koutou e matau ana ki a koutou ano, kei roto i a koutou a Ihu Karaiti? ki te mea ia ehara koutou i te mea akiri.
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6
|2 Coríntios 13:6|
Otira e u ana toku whakaaro, e matau ana ano koutou, ehara matou i te mea akiri.
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7
|2 Coríntios 13:7|
¶ Na, ko ta matou inoi tenei ki te Atua, kia kaua koutou e mea i tetahi kino; ehara i te mea mo matou kia kitea e paingia ana, engari mo koutou kia mahi i te pai, ahakoa ko matou hei mea akiri.
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8
|2 Coríntios 13:8|
E kore hoki e taea e matou tetahi mea e he ai te pono, engari te mea e u ai te pono.
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9
|2 Coríntios 13:9|
E hari ana hoki matou ina ngoikore matou, ina kaha koutou: ko ta matou hoki tenei e inoi nei, ko koutou kia tino tika.
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10
|2 Coríntios 13:10|
Koia ahau ka tuhituhi atu nei i enei mea, i ahau e ngaro mai nei, kei tae atu ahau ki kona, ka koi taku i runga i te mana kua tukua mai nei e te Ariki ki ahau hei hanga mo te whare, ehara i te mea hei wahi.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva