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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|2 Coríntios 4:1|
¶ Na konei, i te mea kei a matou tenei mahi minita, i te mea ka tohungia nei matou, kahore matou e ngakaukore;
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2
|2 Coríntios 4:2|
Engari kua whakarerea e matou nga mea huna o te whakama, kore ake matou e haere i runga i te tinihanga, kahore hoki e maminga ki te kupu a te Atua: ka waiho ia ko te whakapuakanga o te pono hei whakaatu i to matou pai ki te hinengaro tangata i te aroaro o te Atua.
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3
|2 Coríntios 4:3|
Na, ki te mea he mea hipoko ta matou rongopai, he mea hipoki ki te hunga e whakangaromia ana:
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4
|2 Coríntios 4:4|
I roto nei i a ratou te atua o tenei ao, e whakamatapo ana i nga whakaaro o te hunga kore whakapono, kei whitingia ratou e te marama o te rongopai o te kororia o te Karaiti, ko ia nei te ahua o te Atua.
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5
|2 Coríntios 4:5|
He teka hoki ko matou te kauwhautia nei e matou, engari ko Karaiti Ihu hei Ariki, a ko matou nei hei pononga ma koutou, he whakaaro ki a Ihu.
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6
|2 Coríntios 4:6|
Ko te Atua hoki nana nei i ki te marama kia whiti i roto i te pouri, kua whiti ki roto ki o matou ngakau, hei homai i te marama o te matauranga o te kororia o te Atua i te mata o Ihu Karaiti.
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7
|2 Coríntios 4:7|
Ko tenei taonga ia o matou kei roto i te oko oneone, kia kiia ai te kaha nui whakaharahara no te Atua, ehara hoki i a matou;
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8
|2 Coríntios 4:8|
¶ E akina ana matou i nga taha katoa, heoi kahore e pau te whakaaro; e raruraru ana, heoi kahore e ngakaukore;
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9
|2 Coríntios 4:9|
E whakatoia ana, heoi kahore i whakarerea; e taia ana ki raro, heoi kahore i whakangaromia;
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10
|2 Coríntios 4:10|
E mau tonu ana hoki te matenga o Ihu ki o matou tinana, i a matou e haereere nei; kia marama ai to Ihu ora i roto i o matou tinana.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva