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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Atos 14:1|
¶ Na i Ikoniuma ka haere tahi raua ki roto ki te whare karakia o nga Hurai, a ka korero, no ka whakapono tona tini o nga Hurai, o nga Kariki.
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2
|Atos 14:2|
Na nga Hurai whakateka ia i whakaoho, i whakakino nga ngakau o nga Tauiwi ki nga teina.
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3
|Atos 14:3|
Na he nui te wa i noho ai raua i reira, i maia ai te korero i nga mea a te Ariki, nana i whakaae te kupu o tona aroha noa, me te homai ano e ia nga tohu me nga mea whakamiharo kia meatia e o raua ringa.
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4
|Atos 14:4|
Otiia i wehewehea nga tangata o te pa: ko etahi i u ki nga Hurai, ko etahi ki nga apotoro.
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5
|Atos 14:5|
A, i nga Tauiwi ratou ko nga Hurai, ko o ratou rangatira hoki e huaki ana ki te whakatupu kino, ki te aki i a raua ki te kohatu,
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6
|Atos 14:6|
Ka tupato raua, a rere ana ki Raihitara, ki Rerepe, ki nga pa o Raikaonia, ki pahaki tata atu ano hoki:
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7
|Atos 14:7|
A kauwhautia ana e raua te rongopai ki reira.
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8
|Atos 14:8|
¶ I Raihitara hoki e noho ana tetahi tangata waewae ngoikore, he kopa no te kopu mai o tona whaea, kahore i haere i mua iho.
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9
|Atos 14:9|
I rongo tenei i a Paora e korero ana: ko te tirohanga putanga atu o tera ki a ia, ka kite he whakapono tona e ora ai;
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10
|Atos 14:10|
He nui noa atu tona reo ki te karanga atu, E tu ou waewae ki runga. Na mokowhiti ake ana ia, haere ana.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva