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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Atos 14:21|
A, no ka kauwhau raua i te rongopai ki taua pa, a he tokomaha ka meinga hei akonga, ka hoki raua ki Raihitara, ki Ikoniuma, ki Anatioka;
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22
|Atos 14:22|
Whakau ana i nga wairua o nga akonga, whakahau ana i a ratou kia mau tonu ki te whakapono, kua takoto hoki te tikanga, me na runga i nga matenga maha he ara atu mo tatou ki te rangatiratanga o te Atua.
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23
|Atos 14:23|
A, no ka whakaritea e raua he kaumatua mo ratou i tenei hahi, i tenei hahi, me te inoi ano raua, me te nohopuku, ka tukua atu ratou e raua ki te Ariki, i whakapono nei ratou.
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24
|Atos 14:24|
Na ka ka haere raua na waenganui o Pihiria, tae tonu atu ki Pamapuria.
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25
|Atos 14:25|
A ka oti te kauwhau e raua te kupu ki Pereka, na ka haere raua ki raro ki Ataria.
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26
|Atos 14:26|
A rere atu ana i reira ki Anatioka, ki te wahi i tukua ai raua ki te aroha noa o te Atua, mo te mahi ka oti nei i a raua.
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27
|Atos 14:27|
Na ka tae raua, ka huihuia te hahi, ka korerotia nga mea i mahi tahi ai te Atua me raua, ko tana uakanga hoki i te tatau o te whakapono ki nga Tauiwi.
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28
|Atos 14:28|
A kihai i iti te wa i noho ai raua i reira ki nga akonga.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva