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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Atos 26:11|
He maha ano aku whiunga i a ratou i roto i nga whare karakia katoa, i meinga ano ratou e ahau kia kohukohu; heoi haurangi noa iho ahau ki a ratou, whaia ana e ahau, a taea noatia nga pa o tawhiti.
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12
|Atos 26:12|
¶ Nawai a, i ahau e haere ana ki Ramahiku, me nga tikanga, me te kupu whakaae a nga tohunga nui,
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13
|Atos 26:13|
I te poutumarotanga, e te kingi, ka kitea e ahau i te ara he marama i te rangi e tiaho ana ki ahau, ki oku hoa haere ano, tera atu i te marama o te ra.
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14
|Atos 26:14|
Heoi hinga ana matou katoa ki te whenua, ka rongo ahau i te reo e korero ana ki ahau, no nga Hiperu ano hoki te reo, e mea ana, E Haora, e Haora, he aha tau e whakatoi nei i ahau? ehara tau te whana ki nga koikoi.
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15
|Atos 26:15|
Ano ra ko ahau, Ko wai koe, e te Ariki? Ka mea ia, Ko Ihu ahau e whakatoia nei e koe.
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16
|Atos 26:16|
Otira whakatika, e tu ou waewae ki runga: ko te mea tenei i puta ai ahau ki a koe, kia meinga koe hei kaimahi, hei kaiwhakaatu mo nga mea i kite nei koe, mo nga mea ano e kitea ai ahau e koe.
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|Atos 26:17|
Ka whakaorangia koe i te iwi, i nga Tauiwi, ka tonoa nei koe e ahau ki a ratou.
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18
|Atos 26:18|
Hei whakatitiro i o ratou kanohi, hei whakatahuri i a ratou i te pouri ki te marama, i te kaha o Hatana ki te Atua, kia whiwhi ai ratou ki te murunga hara, ki tetahi wahi ano i roto i te hunga ka oti te whakatapu i runga i te whakapono ki ahau.
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19
|Atos 26:19|
No reira, kihai ahau i whakatuturi, e Kingi Akaripa, ki to te rangi kitenga:
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20
|Atos 26:20|
Heoi i korero ahau ki te hunga i Ramahiku i te tuatahi, a i Hiruharama, ki te whenua katoa ano o Huria, ki nga Tauiwi hoki, kia ripeneta, kia tahuri ki te Atua, me te mahi ano i nga mahi tika o te ripeneta.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva