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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Atos 26:21|
No reira nga Hurai i hopu ai i ahau i te temepara, i whai ai ki te whakamate i ahau.
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22
|Atos 26:22|
Heoi ka awhinatia mai ahau e te Atua, ka tu tonu nei ahau, a mohoa noa nei, me te korero ki te iti, ki te rahi, kahore aku kupu ke ake i ta nga poropiti ratou ko Mohi i mea ai meake puta:
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23
|Atos 26:23|
Ara ko te Karaiti kia mate, ko ia te matamua o te aranga o te hunga mate, mana ano e whakapuaki te marama ki te iwi, ki nga Tauiwi.
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24
|Atos 26:24|
¶ I a ia e korero ana i enei mea, nui atu te reo o Petuha ki te karanga, E Paora, he haurangi koe; na te nui o tau korero pukapuka i haurangi ai koe.
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25
|Atos 26:25|
Ano ra ko ia, Kahore oku haurangi, e Petuha, e te tangata pai rawa; engari he pono, he whai whakaaro, aku kupu e whakapuaki nei.
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26
|Atos 26:26|
E matau ana hoki te kingi ki enei mea, i maia ai ahau ki te korero ki a ia: e mea ana hoki ahau, kahore tetahi o enei mea i ngaro i a ia; kihai hoki tenei mea i mahia i te kokonga.
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27
|Atos 26:27|
E whakapono ana ranei koe ki nga poropiti, e Kingi Akaripa? e mea ana ahau, tenei koe te whakapono nei.
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28
|Atos 26:28|
Ano ra ko Akaripa? ki a Paora, Wahi iti kua riro atu ahau ki tau, ki ta te Karaiti tikanga.
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29
|Atos 26:29|
Na ko te meatanga a Paora, Pai tonu kia inoi ahau ki te Atua kia kaua e iti, engari kia tino nui, kia kaua ano e waiho i tou kotahi, engari kia tino rite ki ahau te hunga katoa e whakarongo nei ki ahau inaianei: ko enei mekameka ia kia kore.
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30
|Atos 26:30|
Na ka whakatika te kingi, me te kawana, me Pereniki, me te hunga i noho tahi ratou:
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva