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Maori -
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11
|Colossenses 1:11|
Kia whakanuia te kaha hei whakakaha mo koutou, kia rite ki ta te mana o tona kororia, e u tonu ai, e whakamanawanui ai i runga i te hari;
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12
|Colossenses 1:12|
¶ Me te whakawhetai atu ano ki te Matua, nana nei tatou i whai tikanga ai ki tetahi wahi o te kainga o te hunga tapu i roto i te marama.
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13
|Colossenses 1:13|
Nana nei tatou i whakaora mai i te kaha o te pouri, a whakawhitia ake tatou e ia ki te rangatiratanga o tana Tama aroha.
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14
|Colossenses 1:14|
Kei roto nei i a ia to tatou whakaoranga i runga i ona toto, ara te murunga o nga hara.
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15
|Colossenses 1:15|
Ko ia nei te ahua o te Atua e kore nei e kitea atu, ko te whanau matamua o nga mea hanga katoa.
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16
|Colossenses 1:16|
Nana hoki nga mea katoa i hanga, nga mea i te rangi me nga mea i te whenua, nga mea e kitea ana me nga mea kahore e kitea, ahakoa torona, ahakoa kawanatanga, ahakoa rangatiratanga, ahakoa mana: nana, a mona te hanganga o nga mea katoa.
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17
|Colossenses 1:17|
No mua ano hoki ia i nga mea katoa, nana ano hoki nga mea katoa i mau ai;
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18
|Colossenses 1:18|
Ko ia ano te o te tinana, ara o te hahi: ko ia te timatanga, ko te whanau matamua i roto i te hunga mate; kia waiho ai ia hei tuatahi i roto i nga mea katoa.
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19
|Colossenses 1:19|
Ko ta te Matua tera i pai ai, kia noho te huanga o nga mea katoa ki roto ki a ia;
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20
|Colossenses 1:20|
Kia ma roto ai i a ia he houhanga rongo mo nga mea katoa ki a ia, kua mau nei i a ia te rongo i nga toto o tona ripeka; ae ra ma roto i a ia, ahakoa he mea no te whenua, ahakoa he mea no te rangi.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva