-
-
Maori -
-
9
|Colossenses 3:9|
Kaua e teka tetahi ki tetahi, kua unuhia atu hoki i a koutou te tangata tawhito me ana hanga;
-
10
|Colossenses 3:10|
Kua kakahuria nei te tangata hou, e whakahoutia nei i runga i te matauranga kia rite ki te ahua o tona kaihanga.
-
11
|Colossenses 3:11|
Kei reira kahore he Kariki, he Hurai ranei, he kotinga, he kotingakore ranei, he Tautangata, Haitiana, pononga, he rangatira ranei: engari ko te Karaiti te katoa, i roto ano i te katoa.
-
12
|Colossenses 3:12|
¶ Na, kia rite ki te hunga whiriwhiri a te Atua, ki te hunga tapu e arohaina ana, kakahuria iho hoki te ngakau tohu tangata, te ngawari, te ngakau papaku, te ngakau mahaki, te manawanui;
-
13
|Colossenses 3:13|
Kia ata hanga koutou tetahi ki tetahi, me te hohou i te rongo tetahi ki tetahi, ki te mea kei tetahi he take riri ki tetahi: kia rite ki ta te Ariki i hohou nei i te rongo ki a koutou, kia pera ano hoki koutou.
-
14
|Colossenses 3:14|
A hei waho i enei mea katoa uhia ko te aroha, ko te tauhere tika rawa ia.
-
15
|Colossenses 3:15|
A waiho ma te rangimarie a te Karaiti te whakahaere tikanga i roto i o koutou ngakau: i karangatia hoki koutou ki tenei i roto i te tinana kotahi; kia whakawhetai hoki koutou.
-
16
|Colossenses 3:16|
Kia noho nui te kupu a te Karaiti i roto i a koutou i runga i te matauranga katoa; me whakaako, me whakatupato tetahi e tetahi ki nga waiata tapu, ki nga himene, ki nga waiata wairua, me te waiata ano ki te Atua i runga i te aroha noa, i roto i o koutou ngakau.
-
17
|Colossenses 3:17|
Ko nga mea katoa hoki e mea ai koutou, ko nga kupu, ko nga mahi ranei, kia meinga katoatia i runga i te ingoa o te Ariki, o Ihu, me te whakawhetai ano ki te Atua, ara ki te Matua, i roto i a ia.
-
18
|Colossenses 3:18|
¶ E nga wahine, kia ngohengohe ki a koutou tane ake, kia rite ai ta te Ariki tikanga.
-
-
Sugestões

Clique para ler Salmos 100-105
02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva