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Maori -
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21
|Colossenses 1:21|
Me koutou hoki he tangata ke i mua, he hoariri te hinengaro i nga mahi kino, na kua meinga nei e ia kia houhia ta koutou rongo,
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22
|Colossenses 1:22|
I runga i te tinana o tona kikokiko, he mea na te mate; mo koutou ano kia tapaea atu ki tona aroaro, he hunga tapu, kahore nei he koha, kahore he he;
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23
|Colossenses 1:23|
Ki te pumau koutou ki te whakapono, u tonu, mau tonu, te taea te whakaneke atu i te tumanako ki ta te rongopai i rongo ai koutou, kua kauwhautia atu nei ki nga mea hanga katoa i raro o te rangi: mo reira nei ahau, a Paora, i meinga ai hei minita.
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24
|Colossenses 1:24|
Tenei ahau te hari nei ki oku mamae mo koutou, ka kapi hoki i oku kikokiko nga mate o te Karaiti kahore ano i rite noa, hei ea mo tona tinana, ara mo te hahi;
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25
|Colossenses 1:25|
Mo reira nei ahau i meinga ai hei minita, rite tonu ki ta te Atua tikanga ki a koutou i homai nei ki ahau, kia whakapaua te kauwhau o te kupu a te Atua,
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26
|Colossenses 1:26|
O te mea ngaro i huna i era wa noa atu, i era whakatupuranga; a kua whakakitea inaianei ki tana hunga tapu,
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27
|Colossenses 1:27|
He meatanga na te Atua, kia whakaaturia ki a ratou te taonga nui o te kororia o tenei mea ngaro ki roto ki nga Tauiwi, ara a te Karaiti i roto i a koutou, e tumanako atu ai ki te kororia:
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28
|Colossenses 1:28|
E kauwhautia nei e matou, me te whakatupato i nga tangata katoa, me te whakaako i nga tangata katoa i runga i nga whakaaro mohio katoa, kia tapaea atu ai e matou nga tangata katoa, he mea tino tika i roto i a Karaiti Ihu:
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29
|Colossenses 1:29|
Ko taku tenei e uaua nei, e tohe nei i runga i tana mahinga e kaha nei te mahi i roto i ahau.
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1
|Colossenses 2:1|
¶ E mea ana hoki ahau kia mohio koutou ki te nui o toku uaua mo koutou, mo te hunga ano hoki o Raorikia, a mo te hunga katoa hoki kahore nei i kite noa i toku mata i te kikokiko;
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva