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Maori -
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4
|Colossenses 4:4|
Kia whakakitea atu ai e ahau, kia rite ai taku korero ki te mea i tika.
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5
|Colossenses 4:5|
¶ Hei runga i te whakaaro mohio to koutou whakahaere ki te hunga o waho. Hokona te taima.
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6
|Colossenses 4:6|
Hei runga i te aroha noa ta koutou korero i nga wa katoa, he mea kinaki ki te tote, kia matau ai koutou ki te tikanga mo te whakahoki kupu atu ki tenei tangata, ki tenei tangata.
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7
|Colossenses 4:7|
¶ Ma Tikiku e whakaatu aku mea katoa ki a koutou; he teina aroha ia, he minita pono, he hoa pononga i roto i te Ariki.
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8
|Colossenses 4:8|
Ko te tino putake tenei i tonoa atu ai ia e ahau ki a koutou, kia matau ai koutou ki to matou ahua, a kia whakamarietia ai o koutou ngakau;
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9
|Colossenses 4:9|
Raua ko Onehimu, he teina pono, e arohaina ana, a no koutou hoki ia. Ma raua e whakaatu ki a koutou nga mahi katoa o konei.
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10
|Colossenses 4:10|
He oha tenei ki a koutou na Aritaku, na toku hoa herehere, raua ko Maka iramutu o Panapa; kua tae atu na hoki nga tikanga mona ki a koutou; ki te tae atu ia ki a koutou, manaakitia;
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11
|Colossenses 4:11|
Me Ihu ano hoki, tetahi ingoa ona ko Hutuha; no te kotinga ratou. Ko enei anake oku hoa mahi ki te rangatiratanga o te Atua, he oranga ngakau ano ratou ki ahau.
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12
|Colossenses 4:12|
Tenei te oha atu nei ki a koutou a Epapara; no koutou ia, he pononga na te Karaiti. He tohe tonu tana ki te inoi mo koutou, kia tu koutou, he hunga tino tika, pumau tonu ki nga mea katoa i pai ai te Atua.
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13
|Colossenses 4:13|
Ko ahau hoki tona pono mo tana mahi nui mo koutou, mo te hunga hoki i Raorikia, a mo te hunga i Hierapori.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva