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Maori -
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4
|Cantares 2:4|
I kawea ahau e ia ki te whare hakari, a ko tona kara i runga i ahau he aroha.
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5
|Cantares 2:5|
Whakakahangia ake ahau ki te karepe whakamaroke, whakahauorangia ahau ki te aporo; e mate ana hoki ahau i te aroha.
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6
|Cantares 2:6|
Kei raro i toku mahunga tona maui, e awhi ana tona matau i ahau.
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7
|Cantares 2:7|
He ki tenei naku ki a koutou, e nga tamahine o Hiruharama, i te aroaro ano o nga anaterope, o nga hata o te parae, kaua e whakaohokia, kaua e whakaarahia taku e aroha nei, a kia pai ra ano ia.
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8
|Cantares 2:8|
¶ Ko te reo ra o taku e aroha nei! Nana, te haere mai nei ia, e tupekepeke ana i runga i nga maunga, e mokowhiti ana i runga i nga pukepuke.
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9
|Cantares 2:9|
Rite tonu taku e aroha nei ki te anaterope, ki te kuao hata ranei: tenei ia te tu mai nei i muri o to matou taiepa, e matakitaki mai ana i nga matapihi, e whakaata mai ana ra roto i te mea ripekapeka.
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10
|Cantares 2:10|
I korero mai taku e aroha nei, i mea mai ki ahau, E ara, e taku ipo, e taku mea ataahua, ka haere mai.
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11
|Cantares 2:11|
Nana, kua pahemo te hotoke, kua mutu te ua, kua kore;
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12
|Cantares 2:12|
Kua puta nga puawai ki te whenua; kua tata te wa e korihi ai nga manu, a e rangona ana te reo o te kukupa ki to tatou whenua;
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13
|Cantares 2:13|
Kua kopuku nga hua hou o te piki, kua puaka nga waina, e kakara mai nei. Maranga, e toku hoa, e taku mea ataahua, haere mai hoki.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva