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Maori -
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4
|Cantares 2:4|
I kawea ahau e ia ki te whare hakari, a ko tona kara i runga i ahau he aroha.
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5
|Cantares 2:5|
Whakakahangia ake ahau ki te karepe whakamaroke, whakahauorangia ahau ki te aporo; e mate ana hoki ahau i te aroha.
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6
|Cantares 2:6|
Kei raro i toku mahunga tona maui, e awhi ana tona matau i ahau.
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7
|Cantares 2:7|
He ki tenei naku ki a koutou, e nga tamahine o Hiruharama, i te aroaro ano o nga anaterope, o nga hata o te parae, kaua e whakaohokia, kaua e whakaarahia taku e aroha nei, a kia pai ra ano ia.
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8
|Cantares 2:8|
¶ Ko te reo ra o taku e aroha nei! Nana, te haere mai nei ia, e tupekepeke ana i runga i nga maunga, e mokowhiti ana i runga i nga pukepuke.
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9
|Cantares 2:9|
Rite tonu taku e aroha nei ki te anaterope, ki te kuao hata ranei: tenei ia te tu mai nei i muri o to matou taiepa, e matakitaki mai ana i nga matapihi, e whakaata mai ana ra roto i te mea ripekapeka.
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10
|Cantares 2:10|
I korero mai taku e aroha nei, i mea mai ki ahau, E ara, e taku ipo, e taku mea ataahua, ka haere mai.
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11
|Cantares 2:11|
Nana, kua pahemo te hotoke, kua mutu te ua, kua kore;
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12
|Cantares 2:12|
Kua puta nga puawai ki te whenua; kua tata te wa e korihi ai nga manu, a e rangona ana te reo o te kukupa ki to tatou whenua;
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13
|Cantares 2:13|
Kua kopuku nga hua hou o te piki, kua puaka nga waina, e kakara mai nei. Maranga, e toku hoa, e taku mea ataahua, haere mai hoki.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva