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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Deuteronômio 11:11|
Engari he whenua pukepuke, he whenua raorao te whenua e haere atu nei koutou ki reira ki te tango, e inu ana hoki i te ua o te rangi hei wai;
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12
|Deuteronômio 11:12|
He whenua e matapoporetia ana e Ihowa, e tou Atua: kei reira tonu nga kanohi o Ihowa, o tou Atua, no te timatanga o te tau taea noatia te mutunga o te tau.
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13
|Deuteronômio 11:13|
A ki te whakarongo marie koutou ki aku whakahau e whakahau atu nei ahau ki a koutou i tenei ra, kia aroha ki a Ihowa, ki to koutou Atua, kia whakapaua o koutou ngakau, o koutou wairua ki te mahi ki a ia,
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14
|Deuteronômio 11:14|
Na ka hoatu e ahau te ua mo to koutou whenua i tona po ano, te ua mataati me te ua o muri, a ka kohikohi koe i tau witi, i tau waina, i tau hinu.
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15
|Deuteronômio 11:15|
A ka hoatu e ahau te tarutaru ki ou parae, ma au kararehe, a ka kai koe, ka makona.
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16
|Deuteronômio 11:16|
Kia mahara ki a koutou, kei mamingatia o koutou ngakau, kei peka ke koutou, kei mahi ki nga atua ke, kei koropiko ki a ratou;
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17
|Deuteronômio 11:17|
A ka mura te riri o Ihowa ki a koutou, a ka tutakina e ia te rangi, e kore ake ai te ua, e kore ai hoki e tukua mai e te whenua ona hua; na ka hohoro koutou te mate atu i te whenua pai ka homai nei e Ihowa ki a koutou.
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18
|Deuteronômio 11:18|
¶ Engari rongoatia enei kupu aku ki roto ki o koutou ngakau, ki o koutou wairua; herea hoki hei tohu ki o koutou ringa, hei pare ano ki waenganui i o koutou kanohi.
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19
|Deuteronômio 11:19|
Whakaakona atu hoki ki a koutou tamariki, korerotia ina noho i tou whare, ina haere koe i te huarahi, ina takoto, ina whakatika ranei.
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20
|Deuteronômio 11:20|
Tuhituhia ano hoki ki nga pou tatau o tou whare, ki ou tatau hoki;
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva