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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Deuteronômio 16:1|
¶ Kia mahara ki te marama, ki a Apipi, ka mahi i te kapenga ki a Ihowa, ki tou Atua: ko Apipi hoki te marama i whakaputaina mai ai koe e Ihowa, e tou Atua, i Ihipa i te po.
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2
|Deuteronômio 16:2|
Na me patu e koe te kapenga ki a Ihowa, ki tou Atua, o te kahui hipi, o te kahui kau, ki te wahi e whiriwhiri ai a Ihowa kia waiho tona ingoa ki reira.
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3
|Deuteronômio 16:3|
Kaua e kainga tahitia te paraoa rewena me taua mea; kia whitu nga ra e kai ai koe i te taro rewenakore me taua mea, ara i te taro tangihanga; i haere potatutatu mai hoki koe i te whenua o Ihipa: kia mahara ai koe ki te ra i puta mai ai koe i te w henua o Ihipa i nga ra katoa e ora ai koe.
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4
|Deuteronômio 16:4|
A kia whitu nga ra e kore ai e kitea he rewena ki a koe i ou rohe katoa; kaua hoki e whakatoea mo te ata tetahi wahi o te kikokiko e patua e koe i te ahiahi o te ra tuatahi.
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5
|Deuteronômio 16:5|
E kore e ahei kia patua te kapenga i roto i tetahi o ou tatau, e homai ana e Ihowa, e tou Atua, ki a koe:
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6
|Deuteronômio 16:6|
Engari hei te wahi e whiriwhiri ai a Ihowa, tou Atua, kia waiho tona ingoa ki reira, hei reira koe patu ai i te kapenga i te ahiahi, i te toenetanga o te ra, i te wa ano i puta mai ai koe i Ihipa.
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7
|Deuteronômio 16:7|
Na me tunu e koe, me kai hoki ki te wahi e whiriwhiri ai a Ihowa, tou Atua: a i te ata ka tahuri, ka haere ki ou teneti.
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8
|Deuteronômio 16:8|
E ono nga ra e kai ai koe i te taro rawenakore: a i te ra whitu ko te huihui nui ki a Ihowa, ki tou Atua: kaua tetahi mahi e mahia i taua ra.
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9
|Deuteronômio 16:9|
Taua e koe, kia whitu nga wiki: kei tau tukunga mataati i te toronaihi ki te kotinga koe timata mai ai te tatau i nga wiki e whitu.
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10
|Deuteronômio 16:10|
Na me mahi te hakari o nga wiki ki a Ihowa, ki tou Atua, ki tetahi tahua, he mea hoatu noa na tou ringa; kia rite tau e hoatu ai ki te manaaki a Ihowa, a tou Atua, i a koe:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva