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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Deuteronômio 32:1|
¶ Kia whai taringa mai, e nga rangi, a ka korero ahau; whakarongo mai hoki, e te whenua, ki nga kupu a toku mangai:
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2
|Deuteronômio 32:2|
Ka kopatapata iho taku whakaako, ano he ua, ka maturuturu iho taku kupu me te tomairangi; me te ua punehunehu ki runga i te tupu hou, me te ua ta ki runga i te tarutaru:
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3
|Deuteronômio 32:3|
No te mea ka kauwhautia e ahau te ingoa o Ihowa: waiho te nui i to tatou Atua.
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4
|Deuteronômio 32:4|
Ko te Kamaka, tika tonu tana mahi; he whakarite tikanga nei hoki ona huarahi katoa: he Atua pono, kahore ona he, he tika, he tapatahi ia.
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5
|Deuteronômio 32:5|
Kua mahi ratou i te kino ki a ia, ehara ratou i te tamariki nana, no ratou te koha; he whakatupuranga maro, parori ke ratou.
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6
|Deuteronômio 32:6|
Ko ta koutou utu ianei tenei ki a Ihowa, e te iwi kuware, e kore nei e mohio? Ehara ianei ia i tou matua, nana koe i hoko? Nana koe i hanga, nana hoki koe i whakau?
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7
|Deuteronômio 32:7|
¶ Kia mahara ki nga ra onamata, whakaarohia nga tau o nga whakatupuranga e maha: ui atu ki tou papa, a mana e whakaatu ki a koe; ki ou kaumatua, a ma ratou e korero ki a koe.
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8
|Deuteronômio 32:8|
I ta te Runga Rawa whakaritenga kainga mo nga iwi, i tana wehewehenga i nga tama a te tangata, i whakaturia e ia nga rohe mo nga iwi, me te whakaaro ano ki te tokomaha o nga tama a Iharaira.
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9
|Deuteronômio 32:9|
Ko to Ihowa wahi hoki, ko tana iwi; ko Hakopa hei wahi pumau mona.
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10
|Deuteronômio 32:10|
I kitea ia e ia ki te whenua koraha, ki te tahora tuhea e hamama kau ana; i taiwhiotia ia e ia, i atawhaitia, i tiakina hoki e ia, ano ko te whatupango o tona kanohi:
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva