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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Deuteronômio 2:1|
¶ Na ka tahuri tatou, ka haere ki te koraha na te ara ki te Moana Whero; i pera ano me ta Ihowa i ki mai ai ki ahau: a he maha nga ra i taiawhiotia ai e tatou a Maunga Heira.
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2
|Deuteronômio 2:2|
Na ka korero a Ihowa ki ahau, ka mea,
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3
|Deuteronômio 2:3|
Ka roa nei ta koutou taiawhio i tenei maunga: tahuri whaka te raki.
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4
|Deuteronômio 2:4|
Whakahau hoki ki te iwi, mea atu, Ka haere nei koutou na nga rohe o o koutou tuakana, o nga tama a Ehau, e noho ana i Heira; a ka wehi ratou i a koutou: na kia tupato i a koutou:
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5
|Deuteronômio 2:5|
Kaua e whakapataritari i a ratou; e kore hoki e hoatu e ahau ki a koutou tetahi wahi o to ratou whenua, ahakoa takahanga mo te kapu o te waewae, no te mea kua hoatu e ahau a Maunga Heira ki a Ehau hei kainga tupu.
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6
|Deuteronômio 2:6|
Hokona he kai i a ratou ki te moni, ka kai ai koutou; ko te wai hoki me hoki e koutou i a ratou ki te moni, ka inu ai.
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7
|Deuteronômio 2:7|
He mea hoki kua manaaki a Ihowa, tou Atua, i a koe i nga mahi katoa a tou ringa; e mohio ana ia ki tou haerenga i tenei koraha nui: i tou taha a Ihowa, tou Atua, i enei tau e wha tekau; a kahore koe i hapa i tetahi mea.
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8
|Deuteronômio 2:8|
¶ A ka pahemo i a tatou o tatou tuakana, nga tama a Ehau, e noho ana i Heira, i te ara i te mania o Erata, o Ehiono Kepere, na ka tahuri tatou, ka haere na te huarahi i te koraha o Moapa.
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9
|Deuteronômio 2:9|
A ka mea a Ihowa ki ahau, Kei whawhai koe ki nga Moapi, kaua ano e whakatari pakanga ki a ratou; ta te mea e kore e hoatu e ahau tetahi wahi o tona whenua hei kainga mou, no te mea kua hoatu a Ara e ahau hei kainga mo nga tama a Rota.
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10
|Deuteronômio 2:10|
I noho nga Emime ki reira i mua, he nui, he tini, he roroa tena iwi, rite tahi ano ki nga Anakimi:
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva