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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Deuteronômio 22:1|
¶ E kite koe i te kau a tou teina, i tana hipi ranei, e atiutiu ke ana, kei ninihi atu koe i a raua: me ata whakahoki ano e koe ki tou teina.
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2
|Deuteronômio 22:2|
A, ki te kahore tou teina e tata mai ana ki a koe, ki te kahore ranei kore e mohio ki a ia, na me kawe mai ki tou whare, a ki a koe noho ai, a rapu noa tou teina i a ia; katahi koe ka whakahoki atu ai ki a ia.
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3
|Deuteronômio 22:3|
Me pena ano e koe ki tana kaihe; a me pena ano e koe ki tona kakahu; me pena ano hoki ki nga mea ngaro katoa a tou teina, ina ngaro i a ia, a e kitea e koe; e kore e ahei kia ninihi koe.
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4
|Deuteronômio 22:4|
E kite koe i te kaihe a tou teina, i tana kau ranei, kua hinga i te ara, kei ninihi koe i a raua: me tino awhina koe i a ia ki te whakaara i a raua.
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5
|Deuteronômio 22:5|
¶ Kei kakahuria e te wahine tetahi mea o te tane, kei kakahuria hoki e te tane te kakahu o te wahine: he mea whakarihariha hoki ki a Ihowa, ki tou Atua, te hunga katoa e pena ana.
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6
|Deuteronômio 22:6|
Ki te pono koe ki te ohanga manu i te ara, i runga i te rakau, i te whenua ranei, me nga pi ano, me nga hua ranei, me te katua e pehi ana i nga pi, i nga hua ranei, kei tangohia ngatahitia e koe te katua me nga pi:
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7
|Deuteronômio 22:7|
Me tuku tonu atu e koe te katua, ka tango ai i nga pi mau; kia whiwhi ai koe ki te pai, kia roa ai ou ra.
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8
|Deuteronômio 22:8|
Ki te hanga koe he whare hou, me hanga ano he taiepa mo tou tuanui, kei whai toto i a koe tou whare, ina taka te tangata i runga.
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9
|Deuteronômio 22:9|
Kaua e whakauruurua nga purapura e whakatokia e koe ki tau mara waina; kei poke te hua o te purapura e whakatokia e koe, me nga hua o te mara waina.
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10
|Deuteronômio 22:10|
Kaua e huihuia te kau ki te kaihe hei parau mau.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva