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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Deuteronômio 27:1|
¶ Na ka whakahau a Mohi ratou ko nga kaumatua o Iharaira i te iwi, ka mea, Puritia nga whakahau katoa e whakahau nei ahau ki a koutou i tenei ra.
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2
|Deuteronômio 27:2|
A, tenei ake, a te ra e whiti atu ai koutou i Horano ki te whenua e homai ana e Ihowa, e tou Atua, ki a koe, na, ka whakaara ake koe i etahi kohatu nunui mau, ka pani hoki ki te raima:
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3
|Deuteronômio 27:3|
Ka tuhituhi hoki i nga kupu katoa o tenei ture ki reira, ua whiti atu koe; kia haere atu koe ki te whenua e homai ana e Ihowa, e tou Atua, ki a koe, ki te whenua e rerengia ana e te waiu, e te honi, kia pera me ta Ihowa, me ta te Atua o ou matua, i korero ai ki a koe.
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4
|Deuteronômio 27:4|
Mo reira, e whiti koutou i Horano, me whakaara enei kohatu e whakahaua nei e ahau i tenei ra ki a koutou, ki runga ki Maunga Epara ka pani hoki ki te raima.
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5
|Deuteronômio 27:5|
A me hanga e koe ki reira tetahi aata ma Ihowa, ma tou Atua, hei te aata kohatu; kaua e akina iho e koe ki te rino.
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6
|Deuteronômio 27:6|
Me hanga e koe te aata ma Ihowa, ma tou Atua, ki nga kohatu toitu: ka whakaeke ai i nga tahunga tinana ma Ihowa, ma tou Atua, ki runga:
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7
|Deuteronômio 27:7|
Patua hoki nga whakahere mo te pai, a kainga ki reira; me te koa ano ki te aroaro o Ihowa, o tou Atua.
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8
|Deuteronômio 27:8|
Ka tuhituhi hoki i nga kupu o tenei ture ki nga kohatu, kia marama tonu.
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9
|Deuteronômio 27:9|
I korero ano a Mohi ratou ko nga tohunga, ko nga Riwaiti, ki a Iharaira, i mea, Noho puku mai, a whakarongo, e Iharaira; no tenei ra i meinga ai koe hei iwi mo Ihowa, mo tou Atua.
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10
|Deuteronômio 27:10|
Na me whakarongo koe ki te reo o Ihowa, o tou Atua, me mahi hoki i ana whakahau, me ana tikanga e whakahaua atu nei e ahau ki a koe i tenei ra.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva