-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
41
|Deuteronômio 4:41|
¶ Katahi a Mohi ka motuhake i nga pa e toru i tenei taha o Horano, whaka te rawhiti;
-
42
|Deuteronômio 4:42|
Hei rerenga atu mo te tangata whakamate, i whakamate i tona hoa, otiia ehara i te mea ata whakaaro, ehara hoki i te hoariri nona i mua; na ka rere ia ki tetahi o aua pa, a ka ora;
-
43
|Deuteronômio 4:43|
Ara i Pehere i te koraha, i te whenua mania, mo nga Reupeni; i Ramoto i Kireara, mo nga Kari; i Korana i Pahana, mo nga Manahi.
-
44
|Deuteronômio 4:44|
A, ko te ture tenei i hoatu e Mohi ki te aroaro o nga tama a Iharaira:
-
45
|Deuteronômio 4:45|
Ko nga whakaaturanga ano enei, me nga tikanga, me nga whakaritenga i korerotia e Mohi ki nga tama a Iharaira, i to ratou putanga mai i Ihipa,
-
46
|Deuteronômio 4:46|
I tenei taha o Horano, i te raorao i te ritenga atu o Petepeoro, i te whenua o Hihona, o te kingi o nga Amori, i noho ra i Hehepona, i patua ra e Mohi ratou ko nga tama a Iharaira, i to ratou putanga mai i Ihipa;
-
47
|Deuteronômio 4:47|
A tangohia ana tona whenua e ratou, me te whenua hoki o Oka, o te kingi o Pahana, to nga kingi tokorua o nga Amori, i tenei taha o Horano, whaka te rawhiti;
-
48
|Deuteronômio 4:48|
O Aroera i te taha o te awa o Aranona, a Maunga Hiona, ara a Heremona,
-
49
|Deuteronômio 4:49|
Me te Arapaha katoa i tera taha o Horano, whaka te rawhiti, a tae noa ki te moana o te Arapaha, i raro iho i nga titahatanga o Pihika.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva